quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Tudo começa assim
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Rendimento Mínimo Garantido e os Neo-Liberais
domingo, 28 de junho de 2009
Demagogia ou grande lata?
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Ai não querem trabalhar à borla?
Cativeiro do pastor Luís durou dez longos anos
Ai não querem trabalhar aos Sábados?
quinta-feira, 14 de maio de 2009
A lata descomunal (2)
Se a Cosec está a restringir os seguros à exportação, isso deve-se ao risco das operações em causa. Se o Estado quer ser ele a dizer quem se deve segurar e a que preço, isso significa mudar os critérios segundo os quais esse risco é avaliado. Ou seja, passa-se de risco empresarial para risco político. É uma boa solução para os empresários e uma excelente solução para os vendedores: quem quer estoirar o seu capital a segurar exportações com base em critérios políticos de avaliação do risco? Mas é uma péssima solução... (adivinhou, leitor) para os contribuintes. Tudo isto num Estado onde a dívida pública está quase nos 81,5% do PIB. Fantástico!
quarta-feira, 6 de maio de 2009
A lata descomunal
sábado, 29 de novembro de 2008
Salvar o BPP para salvar a imagem do país?
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Os bancos e a liberdade
Thomas Jefferson, Letter to the Secretary of the Treasury Albert Gallatin (1802)
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
Remédio para uns, mas...
quarta-feira, 28 de maio de 2008
Os lucros da Galp
Método socialista de lidar com os “lucros escandalosos” da GALP: organizar um
protesto contra a GALP sofrendo prejuízos e causando-lhe prejuízos.
Método capitalista de lidar com os “lucros escandalosos” da GALP: comprar acções da GALP patilhando os lucros.
sexta-feira, 23 de maio de 2008
Inimputáveis
sábado, 12 de abril de 2008
O delírio sofismático
Defende o João Miranda que a precariedade produz salários mais altos, o que é desmentido pela prática portuguesa... Aliás, a vida demonstra que os liberais são uma espécie de comunistas, e socorrem-se de um discurso cheio de "cientificidade" para tentar convencer os não crentes do paraíso a que só a sua religião conduz...
quarta-feira, 2 de abril de 2008
Compromisso Borges
terça-feira, 1 de abril de 2008
O liberal, o gato e a Câmara
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
ArcádiaQuiz (XIX)
- Dizer que o mercado de trabalho é rígido (e fazer de conta que não há contratos a prazo, recibos verdes e trabalho temporário);
- Dizer que a vida é cara porque os impostos confiscam riqueza (e achar normal que o valor liberto pela descida do IVA seja apropriado pelas empresas, que entretanto tinham subido os seus preços com o aumento do mesmo IVA); ou
- Dizer que qualquer um pode ser accionista e intervir nas decisões das empresas segundo o seu peso (e achar que é "nacionalização" se for o Estado a comprar acções e a exercer o direito de voto a que estas correspondem)?
sexta-feira, 27 de julho de 2007
O mercado e a eugenia
Um grupo de 23 pessoas com deficiência ligeira (física e mental), todas adultas, integrava a colónia de férias da Cooperativa de Solidariedade Social Cercipóvoa, da Póvoa de Santa Iria. Maria João Aires, uma das monitoras que esteve no local, conta como tudo se passou. O grupo chegou ao Hawaii por volta das 23h00 e durante cerca de uma hora divertiu-se, dançou e, segundo a monitora, “interagiu com os outros clientes”. Hora e meia depois um dos funcionários do estabelecimento informou Maria João Aires de que este iria fechar, devido a um problema técnico, convidando-os a pagar e a sair.A monitora confessa ter achado estranho, pois os outros clientes não estariam a ser avisados do mesmo problema.
Decidiu permanecer. Minutos depois é dada indicação de que o bar iria mesmo encerrar. O grupo sai, juntamente com os outros clientes, só que estes permanecem junto à porta, de copo na mão. “Disseram-me que iria fechar e já não voltaria a abrir, mas estavam a pedir aos outros para não se irem embora”, disse ao Correio da Manhã. Maria João Aires decidiu mandar o grupo embora e esconder-se ali perto. O que viu chocou-a: “Automaticamente as portas abriram-se e o bar voltou a funcionar em pleno.” A monitora voltou a aproximar-se do bar para pedir o Livro de Reclamações, mas responderam-lhe que “nem sequer existia”, apesar de uma referência à sua existência na porta do estabelecimento.Chamou então a PSP e foram os agentes da esquadra do Calvário que exigiram o Livro de Reclamações. Este foi novamente recusado pelo funcionário do Hawaii, argumentando que o bar não havia prestado qualquer tipo de serviço ao grupo. Maria João Aires não pensou duas vezes. Sacou do comprovativo da despesa e mostrou-o: 75 euros, relativos a 29 bebidas consumidas. Só nessa altura o livro surgiu. (correio da manhã)
Caros leitores, a partir de agora "Hawaii" só o arquipélago!
terça-feira, 17 de julho de 2007
Proposta liberal II
- Deve existir o mesmo número de faculdades públicas e privadas de medicina;
- As faculdades privadas não podem ter financiamento público de qualquer espécie (logo, a Universidade Católica não poderia ter uma faculdade de medicina, para não criar distorção na concorrência) e vice-versa;
- Os médicos apenas podem exercer medicina num sistema: ou o público, ou o privado. O exercício em acumulação cria distorções na concorrência e favorece o surgimento do cambão;
- Os diplomados e especializados pelas universidades públicas devem estar vinculados ao serviço nacional de saúde por um prazo igual ao dobro do tempo em que usufruiram do ensino público: se um médico levou 8 anos a concluir o curso e especialização, estará vinculado a exercer no serviço nacional de saúde, em exclusividade, durante 16 anos. Um sistema semelhante é já utilizado pela Força Aérea para protecção do investimento realizado na formação de pilotos;
- Os médicos formados pelo ensino superior privado poderão optar livremente (dependendo é claro do contrato que celebrarem com a faculdade em que estudaram) pelo sistema público ou pelo privado;
- Podem existir tantos consultórios, clínicas e hospitais privados quantos a iniciativa privada quiser.
- Os estabelecimentos privados de saúde não podem ter qualquer espécie de financiamento público;
- O acesso à medicina pelos utentes/clientes faz-se do mesmo modo que existe actualmente: cada um escolhe o sistema de que pretende usufruir;
- Não existe um "opting-out", uma saída definitiva do serviço nacional de saúde. Em último caso, o Estado garante o acesso à saúde.
- O acesso ao serviço nacional de saúde faz-se por taxas moderadoras e é financiado por impostos;
- A Ordem dos Médicos apenas poderá intervir em questões de deontologia e de confirmação de especialização, através dos colégios.
Proposta liberal I
- Pacta sunt servanda, i.e. os contratos são para ser cumpridos;
- Protecção da concorrência;
- O Estado recua para o mínimo aceitável numa sociedade ocidental.