Mostrar mensagens com a etiqueta selecção. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta selecção. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Arraial Pride?



Parece mas não é; é apenas um jogo de futebol…

A propósito…, andava eu a parabenizar por ai a equipa da fpf e o seu treinador quando as televisões começaram a falar nesta pequenez (link).

Não sou daqueles que saia a correr para comprar um cachecol da Checa…, mas confesso que fiquei com vontadinha…

Saber perder é bonito mas saber ganhar é lindo. Esta gente que pensa representar a Pátria e - tal como no tempo do Salazar – julga que a Pátria não se discute está duplamente enganada…, muito bem enganada.

Boa viagem…

quinta-feira, 14 de junho de 2012

“Não há nenhum deus que aguente aquilo”

O Euro não mora aqui, por razões várias. A principal: depois dos bigodes e dos Saltillos de 84 e 86, depois da Geração de Ouro de tantos Torneios, depois da era Scolari…, esta é a selecção nacional mais antipática que conheci na minha vida.

O cheiro a azeite de Ronaldo, a bestialidade de Bruno Alves. A má disposição endémica de Paulo Bento, meu ex-colega de escola e de jogatanas no seu pátio (oopppsss, acho que nunca tinha dito isto aqui). É tudo muito fraco.

Isso não me impede de ir acompanhando a Prova como posso – esta frase diz tudo, de facto, desta vez o campeonato Europeu não é prioritário.

Mas nem tudo é mau. Há mesmo coisinhas excelentes. Algumas delas são os deliciosos textos diários de Rui Miguel Tovar no jornal i. Hoje o tema é Del Bosque, o magnifico técnico espanhol, e termina assim: Antes impunha-se, agora convence-se. Tive treinadores no Real Madrid que me diziam o que comer, que é uma tarefa do médico. Temos de ser pragmáticos e centrar-nos no essencial em vez de nos desgastarmos com assuntos menores. Um dos treinadores que tive obrigava-nos a estar uma hora em silêncio antes do jogo para conseguirmos a concentração necessária. Agora... bem, agora, vocês deviam ver o balneário uma hora antes do jogo. Põem uma música rasca que não há deus que aguente, mas serve para activar e unir o grupo.

Para ler aqui (link) na integra.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Aguardo ansiosamente a capa dos desportivos de hoje

Uns de carácter gastronómico:
“Bacalhau à Eduardo”;
“Frango à norueguesa”;
Outros de cariz, vá lá, mais picante:
“O pito que veio do frio”;
“Barracada Lusitana”;
“Terça-feira quente”.
Outros, ainda, mais pseudo-intelectuais:
“Ao gostinho de Oliveira”;
“Essa de Queiróz”.

Actualização: uhhmm…, afinal não se passou nada de mais. Para o Record foi apenas uma “asneira”, para A Bola um “enorme erro” e, para aquele pasquim do Norte, um simples “lapso”. Esclarecedor!

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Pangeia (XXVI)

O dia em que o torneio dobra o “cabo das três semanas” fica marcado como o dia mais interessante da prova.

Com a reviravolta da Holanda sobre o Brasil (salvo o erro, nunca os brasileiros tinham perdido um encontro mundial depois de estarem a vencer), suprema ironia, do denominado “grupo da morte” (Brasil, Portugal, Costa do Marfim e Coreia do Norte) já ninguém resta.

À noite, o confronto mais intenso (e por certo, um dos mais dramáticos da historia dos mundiais) da prova; com o Uruguai a alcançar o que não conseguia há quarenta anos: meias-finais.

Mas a história faz-se do passado. E recuando ao Portugal-Brasil da fase de grupos, ficamos a saber que embora dentro do campo tudo tenha ficado empatado, no terreno do jornalismo desportivo, continuamos a levar valentes cabazadas. Ora vejam lá estes momentos geniais.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Pangeia (XXV)

Este é daqueles momentos que faz jus à máxima: “uma imagem vale por mil palavras”. Mais a mais, sendo três minutos delas.
Aqui fica; porque faz parte da história deste torneio e…, para memória futura.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Pangeia (XXIV)

Tentando evitar o meu momento “falem com o Carlos Queiroz”, deixei para hoje, dia da primeira pausa no Mundial, algumas palavra (poucas, tenho mais onde perder tempo) sobre a divertida eliminação de Portugal aos pés do arqui-rival.

Nunca a expressão “a selecção de todos nós” fez tanto sentido como ontem. Fomos, à imagem do país que somos, uma equipa pequena, curta, mesquinha, medrosa, traiçoeira, invejosa. Numa palavra: ridícula.

Mas mais ridícula ainda que a equipa do Prof. CQ, é a atitude do tuguinha que pude ouvir ao longo do dia: “perder com Espanha não é vergonha”, “tivemos azar”, “o árbitro estava comprado”, “aquilo estava feito para o espanhóis”, “o relvado estava horrível” e outras pérolas do género, soaram nos meus ouvidos como a nona sinfonia.

Clássico; a culpa nunca é nossa, é sempre do outro, ou dos outros. Não há meio de aprendermos a lição. Que fique tudo como está pois, no fundo, no fundo, o Prof. CQ é o treinador que os portugueses merecem ter à frente da sua equipa nacional de futebol.

Pangeia (XXIII)

Eheh, tão bom!
Nada mais a dizer!!

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Pangeia (XIX)

Iniciada há apenas duas semanas, terminou hoje a fase de grupos do Mundial FIFA 2010. Aqui fica um “A a Z” destes primeiros quinze dias a (mais ou menos) cento e quarenta caracteres, também apelidada por alguém de “Gabriel Alves Experience”.

Alemanha: bósnios, turcos, polacos, ganeses, brasileiros e marcianos também. A face da “mannschaft” mudou muito nos últimos anos; a solidez mantém-se. É candidata!

Blogue: para seguir o mundial só há um, o jabulani (link) e mais nenhum. Excelente trabalho rapaziada, parabéns.

Cristiano: o homem bomba, “quero explodir neste mundial”, disse ele. Animus jocandi, quais judeus ortodoxos, muitos continuam à espera para apanhar todos os bocadinhos do seu cadáver.

Domenech: de África directamente para o caixote do lixo da história do futebol; a menos que o Sporting se lembre dele para substituir Paulo Sérgio lá mais para o natal.

Espanha: o tiqui taka encanta mas, por si só, nãos vence jogos, como se viu contra a Suíça. Continua a ser necessário meter a bola dentro da baliza.

França: a equipa mais odiada da competição, sai vergada ao peso de humilhações várias. Revolução, já!

Gana: a melhor selecção africana em prova. Forte, má, rebelde. Interessante encontro com os EUA na próxima fase.

Holanda: três jogos três vitorias. Laranja menos mecânica mas ainda assim venenosa. Promete muito!

Itália: rica, velha e cansada; cheiinha de artroses. Vai ser preciso muito mais do que uma simples mudança de treinador para reabilitar a velha senhora.

Jabulani: bonita mas traiçoeira, pesadelo de guarda-redes, amante de avançados. Gosto delas assim – das bolas de futebol.

Kaká: vítima de uma expulsão injusta, num dos poucos erros de arbitragem deste torneio; ainda irá a tempo de brilhar?

Landon (Donovan): rezam as crónicas que a eterna promessa do futebol norte-americano, pôs pela primeira vez os automóveis a apitar em Manhattan; à europeia dizem.

Messi: magia pura em campo, será capaz de dar o tri à alvi-celeste?

Nova Zelândia: quer-se queira quer não é a surpresa do tornei. Com jogadores amadores e alguns sem clube abandona África invicta.

Oezil: jovem, rápido, inteligente, turco, alemão. Pode ser uma das figuras da competição.

Portugal: no momento da verdade o cordão umbilical acaba por falar mais alto. Vamos lá cambada.

Queirós ou Queiroz: não me lixes, pá!

Raul (Meireles): os media já lhe chama “abre-latas”; imponente na goleada aos pobres coreanos.

Suiça: um chocolate como desejo - não correspondido - para a próxima fase em português (de Portugal).

Tiago: o melhor português contra os coreanos; terá mesmo, feito o jogo da sua vida.

Uruguai: “La Celeste” brilha como há muito não se via nestas andanças; como a sorte protege os audazes, é candidata a um lugar nas meias.

Vuvuzelas: sem mais comentários.

Wood (Chris): 18 anos, a jogar em Inglaterra no WBA e o mais inspirado kiwi no torneio. Promessa.

X (de 4X3X3): conservador mas flexível. Liberal mas social. Abrangente, depende da forma como é interpretado.

Yakin (Hassan): jogador suíço, como o nome indica imediatamente; a globalização está cada vez mais presente; ainda bem.

Zakumi: dizem ter sido morto num assalto à mão armada num dos muitos bairros pobres da África do Sul; pelo menos ainda ninguém viu a horripilante mascote em qualquer estádio.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Pangeia (XVII)

O que é isto, pá?
Eu sei que após a goleada aos pobres coreanos deixou de ser “moda” zombar com a equipa do CQ. De repente, todos, até aqueles que pensam que o futebol se joga com as mãos, passaram a vibrar com a “nossa selecção”.
Pois…, mas se há coisa que este blogue se pode orgulhar, é de nunca ter ido em “modas”.

O que é isto, pá? É a questão que se impõe perante estas imagens de aparente regabofe.
Com esta colonização física e cultural, quem se deve rir a bandeiras despregadas, são os nossos amigos “zucas”.

Lá disse um dia o ascoroso (que Deus tenha) José Maria Pedroto: "Um brasileiro é bom, dois é de mais, três é uma escola de samba". E é bem certo!

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Pangeia (XV)

Independentemente dos contendores, uma goleada épica e histórica seria sempre o momento mundial do dia neste blogue.

Tocou a Portugal a arte e o engenho de a construir. A segunda parte do jogo de hoje face à Coreia do Norte, fica gravada a ouro na nossa memória e será, por certo, objecto de estudo em qualquer escola de futebol.

Ronaldo, Meireles, Coentrão e sobretudo Tiago (este fez por certo um dos jogos da sua vida), foram os timoneiros da caravela que transformou de novo o cabo das tormentas em cabo da boa esperança. No futebol, já se sabe, é assim: de besta a bestial vão alguns minutos e uma dúzia de pontapés na bola. E esta equipa, até ver, conseguiu calar os críticos, e até metamorfosear velhos ódios em neófitos amores. Clássico.

A ver vamos, agora, com curiosidade.

domingo, 20 de junho de 2010

terça-feira, 15 de junho de 2010

Pangeia (IX)

No esquema CQ, quem perde é você!

Manhã cedo, escrevi aqui (link) isto, que, com as necessárias adaptações, publico agora. Apenas porque está (e estará) perfeitamente actual.

Portugal jogará simplesmente num esquema CQ, uma das variantes do simplório 4x3x3.
O esquema CQ, em bom rigor, não chega a ser táctica, mas apenas estratégia. Como sabem esta vem antes da primeira; e dela (da estratégia) CQ não passará.

No esquema CQ importa ter a bola, apresentar solidariedade entre sectores e, acima de tudo, solidez no processo defensivo que, naturalmente, começa a meio campo. Depois..., bem depois é confiar no génio de quem lá está na frente para resolver (se o génio tiver acordado de manhã bem disposto, obviamente), ou esperar por uma bola parada, ressalto ou mesmo jogada casual para o “um a zero” que basta.

Portugal é simplesmente isto. Foi assim no apuramento, foi assim na preparação, será assim hoje e depois: esquema CQ! Nada a enganar.


[espero não me distrair, nem mais um minuto que seja, a comentar a equpazeca do CQ]

terça-feira, 25 de maio de 2010

Não é por nada...

Mas começo a ficar feliz por só haver um jogador do Benfica na selecção do Queirós/Queiroz...

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Outras selecções nacionais

Só estudou na véspera (e no dia) do exame;
Vou ali meter o euromilhões que hoje é sexta-feira;
Lá fez a cadeira, mas foi à rasquinha e na oral;
Não veio trabalhar hoje, era o último dia para ”meter” o IRS;
Hoje de manhã não vem, aquele dente que lhe doía há meses fez-lhe um abcesso;
-Olhe que você ia gripando o motor por falta de óleo!
-Pois…, já devia ter vindo à revisão há mais de vinte mil quilómetros;
…
…

sábado, 5 de setembro de 2009

Orgulho luso

Com tanta excelência neste país (há mais fotos aqui de Ana Ferreira – link), como podem querer que eu me dedique e preocupe com a medíocre selecção de futebol?

terça-feira, 31 de março de 2009

As coisas são o que são

Se Lula da Silva, presidente brasileiro, pode dizer que a culpa da crise é de “gente branca com olhos azuis” (link) eu também posso afirmar que a culpa da amenização da crise na selecção nacional de futebol é de gente preta, baixinha, fraquinha e de carapinha, não posso?

segunda-feira, 30 de março de 2009

E, concretamente, o que iríamos lá fazer?

Apesar do sol, hoje, anda tudo um pouco macambúzio.
Dizem-me que será, provavelmente, da triste figura que a equipa (?!) de Queiroz anda a fazer por essa Europa fora, Portugal incluido.
Não compreendo razão para tanta desilusão; sejamos claros, mesmo que conseguíssemos o (aparentemente impossível) apuramento, o que iríamos nós a fazer à Africa do Sul?

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Henrique Calisto Vs Carlos Queiroz

Ao invés do que o lado lunar do Ocidente proclama, não deve de haver povo mais imbecil neste nosso planeta do que os vietnamitas. Acho que já viajei um pouquinho e de todos os locais do mundo que visitei há um único sitio que não desejo nunca mais voltar: o Vietname. O país é belo, o clima aceitável; mas os vietnamitas são porcos, andrajosos, intrujas, aldrabões, gatunos. Numa palavra, mais de noventa milhões de filhos da puta.

Mas houve um português que os conseguiu fazer esquecer o seu egoísmo e exacerbado individualismo. Henrique Calisto, que para quem não sabe ou já se esqueceu por cá nunca passou de treinador medíocre de equipa esfarrapada da segunda divisão ou do fundo da tabela da primeira, consegui o aparentemente impossível. Conduzir a selecção nacional de futebol daquele patético país a uma vitoria numa competição internacional de futebol ao vencer ontem a Taça do Sudeste Asiático, qualquer coisa como "o europeu" daquela zona do globo.

Po cá, hoje, Carlos Queiroz faz, com uma entrevista, a primeira pagina do paquim nortenho "o Jogo". Na manchete escreve-se: "Batia-me menos se falasse com sotaque". Não é a primeira vez que este medíocre "retornado" tem "saídas" vagamente xenófobas. Queiroz, enquanto treinador principal de futebol (excluindo as vitorias no mundiais de juniores há cerca de 20 anos - num tempo em que o futebol mundial era substancialmente diferente), para além de nunca nada ter ganho, sempre viu os seus projectos resultarem em verdadeiros fracassos. Mas, como sempre, insiste em espalhar cortinas de fumo e culpar terceiros.

Em bom rigor, Portugal tem a liderar a sua equipa nacional de futebol quem merece. Ora…, já se viu, por exemplo, ter um português sério, competente, responsável, honesto, trabalhador, vencedor (mas sem ser "fashionable") como são casos de Henrique Calisto ou Manuel José, a liderar a selecção?
Obviamente que não.

Como estamos em tempo de votos aqui vão alguns: não tendo nada contra a pessoa Carlos Queiroz, desejo-lhe com sinceridade as piores derrotas profissionais possíveis, os maiores fracassos desportivos imagináveis. A ele e à equipa de jogo da bola que dirige.