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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Leitura obrigatória

Para este post (link) sobre aquele "belo pedaço de merda chamado reestruturação urbanistica de Carcavelos".

Obrigado.

quarta-feira, 13 de março de 2013

A loira e a morena ao segundo quarenta…

Por onde querem que comece?

Pelo coração que se me desfaz sempre que vê imagens de Kirra e Coolangatta? Pelo espanto renovado de ver um ser humano dominar este estranho deporto sempre-em-pé com a minha idade? Apenas por este super-clip? Pela loira ou pela morena?

Só para variar desta vez quedo me pela loira. Começo e acabo!

terça-feira, 5 de março de 2013

O Povo é quem mais ordena



Isto veio ter comigo ao “meu facebook”. Dizem que isto é uma “preciosidade” plasmada “no manual da FPS”. Honestamente não consegui confirmar a veracidade da coisa. Assim sendo é caso para dizer: o mar a quem o trabalha!

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

No Oceano a salvação

Uma onda, um rider. Nazaré. Portugal. 

Quando terá sido a ultima vez que o “jardim à beira mar plantado” foi manchete por essa Europa fora por boas razões? 

Não sei, não sabemos. Sabemos sim que esta é capa do londrino The Times de hoje. Para quem está mais ou menos habituado a conviver diariamente com o mar à escala humana – se é que a expressão faz sentido – este é um momento de “mixed feelings”. 

É um processo difícil e algo doloroso, até. Mas devagar, devagarinho, os portugueses vão mudando a sua relação com o Oceano. Este não é mais o adamastor que levou maridos e filhos para novos mundos, primeiro, e para a Guerra Colonial depois. Uma viagem sem retorno na maioria das vezes. Mais de quinhentos anos depois de o oferecermos ao mundo, este, o mundo, ensina-nos lentamente, muito lentamente, a do Oceano tirar partido. 

Nada será como dantes na relação com o Oceano. Por estes dias escreve-se mais um capitulo de uma magnifica mudança de paradigma (ou de mentalidade, como desejarem). Felizmente somos espectadores privilegiados de tal processo. Saibamos pois estar ao nível de tal empresa.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Shane Dorian na Nazaré – o vídeo

O surfista havaiano Shane Dorian esteve recentemente em Portugal, na Nazaré, a surfar de remada na Praia do Norte. Provavelmente…, terá apanhado das maiores ondas alguma vez surfadas no nosso país. De remada…, repito. Ficam as imagens em movimento…

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

48ft. plus?!?

OMFG...!!! A fonte da imagem é a pagina de facebook da MSW. Ainda é demasiado cedo para confirmar este cenário bíblico mas..., "eyes on shark" como dizem os Aussie.

domingo, 30 de dezembro de 2012

Feliz Ano Velho

Portugal está sitiado. E não é pela famosa Troika. Mas sim pelos próprios portugueses em geral. Desde logo porque a Troika não tem vida própria. Com ela assinámos (assinaram) compromissos que…, “pacta sunt servada”, como todos os compromissos devem ser, aliás.

Portugal está sitiado, assim, pela classe politica. Por aqueles que com a tal Troika negociaram. Mas também pelos sindicatos, esse bando abjeto de inúteis. Pela Esquerda esquizofrénica, por um PCP anacrónico e por um Bloco terrorista. Por um mau Governo, sem dúvida, mas por uma oposição ainda pior…, chega a ser comovente a ladainha de António José Seguro e a sua inépcia em lidar com a monumental tralha socialista, da velhada Soarista às carpideiras viúvas de Sócrates. Se pudesse, Seguro escorraçava esta escumalha do PS mas não pode e, em bom rigor, não quer.

Portugal está enfim sitiado pela generalidade dos portugueses. Um ano inteiro a chorarem sobre o leite derramado, um ano inteiro de “isto está mau e vai ficar pior”, um ano inteiro de baba e ranho. 

Portugal esta sitiado e assim permanecerá para sempre. Por mim perdíamos já hoje a independência. Na verdade já a perdemos de Facto, resta perde-la de Direito também. 

Levem-nos, invadam-nos mas…., não nos tirem o Mar Português. O Oceano, as suas ondas e as praias que elas beijam constituem a pequena aldeia gaulesa que nos resta.

Hoje vivemos apenas o ultimo capítulo de um ano absolutamente inolvidável no que a Ondas diz respeito. Um ano épico, repleto de boas ondulações, bons ventos, bons fundos, boas ondas. Um ano repleto de sorrisos, de partilha e de prazer. Um ano repleto de alegria, de vida e de harmonia. Um Feliz Ano Velho. 

Querem ser felizes em 2013? É muito simples. Desprezem que vos despreza. Corram para a loja dos “trezentos desportivos” mais próxima. Gastem o que puderem a comprar uma prancha, um fato e demais acessórios. Enfim…, abandonem tudo o resto e corram, corram para o Oceano. Corram para o Oceano sempre. Sempre que puderem. Rezem (como souberem) por anos de Ondas como o que agora acaba. E por saúde para as desfrutar. 

Feliz Ano Velho que te quero novo!

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Radio Televisão Patética

Uma reportagem sobre uma pessoa a fazer uma reportagem (link). Deve ser a isto que chamam Serviço Público…, oh wait…

E eu a pagar isto!

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Dia histórico para o surf português

Dia incrível…, incrível e histórico para o surf português. Tiago Pires dominou os seus adversários e venceu o 6* das Canárias – apenas a segunda vez que o faz fora da Ericeira. 

Não era um campeonato qualquer. Apesar de ser um campeonato de segunda linha era a prova dos “entalados”. Com excepção do top-20 mundial, estavam lá quase todos os melhores surfistas do mundo. Uns na busca da ansiada requalificação para o Circuito Mundial outros na tentativa de subir a tal Olimpo. 

Saca não se limitou a vencer. Foram suas as duas melhores ondas da prova bem como o melhor “score” do evento. Como alguém notou, o surfista de Lisboa não esteve um minuto em segundo nos quartos-de-final e na meia-final. Na final, assim que fez a sua primeira onda, ficou logo em primeiro, de onde nunca mais saiu. Saca venceu e convenceu. Como dizem os “nosso amigos” do lado de lá do Atlântico: escovou! 

Mas não basta. Com este resultado Tiago Pires, praticamente, assegurou a presença na, cada vez mais, restrita elite mundial em 2013. E convenceu os mais cépticos  onde eu me incluo, o que o seu actual momento de forma indica: Tiago Pires é um dos melhores surfistas do mundo. Parabéns!


Dia incrível e histórico ainda porque um outro surfista português (não se deixem enganar pelo nome) levantou o caneco de Campeão Europeu de Surf. Parabéns Marlon Lipke, moço marafado. 

Se em Portugal, fora dos nichos, existisse verdadeiro jornalismo desportivo, amanhã as primeiras paginas destacariam tais façanhas. 

Se dúvidas existissem aqui está mais um aprova: os desportos de ondas andam claramente em contra-ciclo com o país!

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Banda sonora dos dias que passam

No passado dia cinco, vinte e três dias depois de ter nascido, a NASA dá a Nadine por falecida (link). 

Nadine foi depressão tropical, tempestade tropical, furacão, perdeu força ao beijar os Açores passando a ser um ciclone subtropical, renasceu e voltou à categoria de furacão. Voltou a “tocar” nas ilhas e findou a sua épica vida. Nadine é um caso raro de longevidade entrando mesmo para o top-5 das “Longest-lived Atlantic tropical cyclones“ (link). 

Depois de tanta “voltinha” pelo Atlântico, os restos mortais de Nadine vieram aqui ter connosco; tendo ainda tempo de nos proporcionar cinco a seis dias de ondas de classe. Agitou as areias nas praias portuguesas e ofereceu horas de prazer a quem dele pôde e soube tirar partido. 

Nadine merece o nosso respeito e a nossa vénia. Obrigado Nadine! 

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Pode o Público ser um imenso pântano de ignorância?

Como alguém terá dito um dia: “só acredita em jornais quem nunca leu uma notícia sobre si próprio”.

Não tendo mais nada para fazer decidiu o Público, por estes dias, publicar uma serie denominada “Mar Português”.

Só hoje tive a oportunidade de ler o texto de Alexandra Prado Coelho onde se questiona se “pode Portugal ser um imenso país do surf”. A pobre da Alexandra, que do mar só deverá conhecer o nome, gatafunha aqui (link) um imenso charco de lugares comuns.

Mas a isso, enfim, já vamos estando habituados na comunicação social da tugalândia. Grave é dedicar o texto ao tema dos desportos de mar que se praticam no litoral, os desportos de ondas, apenas a um desses desportos: o surf.

É grave não porque olvide todos os outros deporto de ondas, mas sim porque o texto em causa, de forma autista, assume o surf como o único desses desportos que nos pode “salvar”: As ondas estão aí. E o mundo já sabe disso. Como vai o país gerir este potencial é que parece ser uma pergunta à espera de respostas, lê-se.

As ondas de facto estão ai – há milénios. Os desportos de ondas idem – há umas décadas. Infelizmente, a ignorância do jornalista chico-esperto e do pateta que compra “a sua obra” também se mantem a mesma.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Aquele momento…

…, e quando um “gajo” pensa, agora sim estou a “dar-lhe bem”. Quando aquela (aquelas…) manobra que se anda a treinar há meses começa a aproximar-se da perfeição. Quando o “nunca meti tão bem para dentro como nas raras e belas tocas que encontrei neste verão” não nos sai da cabeça…, surge aquele momento em que chega a primeiro verdadeiro swell de Outono (e este nem sequer foi um swell, digamos, hooowwww) e nos oferece um sumptuoso banho de humildade. 

Hoje foi o momento. 

Mas foi também o momento de parar, encher os pulmões de maresia fresca, sorrir e exclamar: os desportos de ondas, são das coisas no mundo, das melhores que tão bem funcionam como metáfora da Vida!

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

“O surf é uma coisa que podemos fazer para sempre”

Steve Johnson. Quem? Pois…

Esta extraordinária entrevista de Sara Sanz Pinto publicada no jornal i da passada segunda feira (link), para além de um excelente furo, é digna de ser lida, relida, assimilada, partilhada…

Steve Johnson é um amante do mar. Veterano do Vietname, sobrevivente ao cancro, feliz contemplado com uma matinal num Carcavelos perfeito e sem ninguém por perto – numa sessão no inicio dos 70 que ainda hoje recorda – e uma das primeiras pessoas a introduzir o surf em Portugal. Steve Johnson é sobretudo um homem feliz. É obra!

Se nos focarmos naquilo que precisamos e queremos e tratarmos as outras pessoas bem, as coisas irão ter contigo, não quando as queres, mas quando for suposto. Podem chegar atrasadas, mas chegarão. Não nos podemos tornar negativos, não podemos desistir, porque o que tem de ser nosso a nós virá, quando tiver de ser.

 Steve Johnson tem tanto para nos ensinar. Ide ler, por favor (link).