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sábado, 10 de agosto de 2013
"Lord have mercy on my wicked son"
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Meu Brasil brasileiro
O papai ia “morrendo”. Varias vezes. Mas ainda não foi desta.
Finaram-se as férias no Brasil. Sim férias, pois de viagem este tempo pouco teve – não sei se me faço entender…
Com todas as suas idiossincrasias. Com todos os seus paladares, cheiros e vincados contrastes, qualquer passeio ao Brasil daria um mês de pequenos posts. Foram umas férias cheias, por vezes fascinantes outras nem tanto assim. O que importa é que no final tudo deu certo. E se algumas coisas não deram foi porque o final ainda não chegou.
Com todas as suas idiossincrasias. Com todos os seus paladares, cheiros e vincados contrastes, qualquer passeio ao Brasil daria um mês de pequenos posts. Foram umas férias cheias, por vezes fascinantes outras nem tanto assim. O que importa é que no final tudo deu certo. E se algumas coisas não deram foi porque o final ainda não chegou.
Tomem lá disto…
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Volto já...
quinta-feira, 28 de junho de 2012
Este blogue acaba aqui…
Confesso. Sempre quis escrever um post assim intitulado. Mas ainda não é hoje que escrevo…, este é só a reinar.
Pedimos desculpa pelo ar vagamente decrepito que este blogue apresenta mas a vida é mesmo assim. Os meus camaradas lá andam na deles e eu na minha. Trabalhei todo o santo fim-de-semana passado e quando assim é o médico diz que devo ficar uma semana deitado. Ora nas ondas do mar, ora na areia da praia. E eu não gosto nada de contrariar o Senhor Doutor.
Depois…, vou viajar. Depois não, muito em breve. E já se sabe como é nestas ocasiões. Há mais vida para lá da Rede em geral e da Blogos em particular – cheira-me que o ar decrepito que por aqui paira deixará de ser apenas vago…
Todavia não queria acabar os “intas” sem escrever mais qualquer coisinha…, e não foram poucas, nada poucas, as palavras escritas e ditas ao longo desta longa mas fulminante década.
Já lá vai, esta e outras - décadas.
Por isso mesmo urge (cada vez mais) a prática da escrita livre e critica – nem sempre apreciada, é certo. A tal que pode ser (é!) a arte da política da vida – passados estes anos todos continua a achar que é uma frase enorme, Nuno; estavas inspirado…
Tudo isto para dizer nada. Ou não. Os blogues são mesmo assim, não sabiam?
Bem…, vou andando que se faz tarde. Venham mais quarenta, com saúde. Depois, basta!
segunda-feira, 9 de maio de 2011
De regresso
Foram três semanas magníficas. Sinceramente, cada vez gosto mais de gozar férias naquele espaço de tempo a que habitualmente chamam “fora de época”.
Primeiro, duas em Marrocos. Com esta foi a quarta vez por aquelas bandas. Podia ficar aqui o resto da tarde a relatar as aventuras e desventuras marroquinas. Quedo-me apenas por uma frase vagamente xenófoba mas que faz todo o sentido. Marrocos sem os marroquinos seria extraordinariamente espectacular. Assim é apenas simplesmente espectacular.
Depois, uma semana num secret spot perfeito. Sempre que para lá vou questiono-me o que é que tanto milhar de tugas vai fazer para as Caraíbas em doentios “Tudo Incluído” quando temos aqui, a apenas algumas dezenas de quilómetros de casa, aquele que ainda hoje está considerado como o ultimo troço de praia selvagem da Europa. E mais não digo…
De regresso. Agora segue-se o verão. Em Lisboa, que se deseja o mais deserta possível. Depois, em Outubro…, haverá mais do “bem bom”.
De regresso, sim. E com vontade de dizer muita coisa. Pois os tempos não estão para silêncios.
Primeiro, duas em Marrocos. Com esta foi a quarta vez por aquelas bandas. Podia ficar aqui o resto da tarde a relatar as aventuras e desventuras marroquinas. Quedo-me apenas por uma frase vagamente xenófoba mas que faz todo o sentido. Marrocos sem os marroquinos seria extraordinariamente espectacular. Assim é apenas simplesmente espectacular.
Depois, uma semana num secret spot perfeito. Sempre que para lá vou questiono-me o que é que tanto milhar de tugas vai fazer para as Caraíbas em doentios “Tudo Incluído” quando temos aqui, a apenas algumas dezenas de quilómetros de casa, aquele que ainda hoje está considerado como o ultimo troço de praia selvagem da Europa. E mais não digo…
De regresso. Agora segue-se o verão. Em Lisboa, que se deseja o mais deserta possível. Depois, em Outubro…, haverá mais do “bem bom”.
De regresso, sim. E com vontade de dizer muita coisa. Pois os tempos não estão para silêncios.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Dolce Fare Niente
Não. As férias ainda não terminaram!
Seguem-se uns dias que se desejam de puro e duro dolce fare niente ao sol e à grelha, num (ainda) secret spot ao Sul.
Até já.
Seguem-se uns dias que se desejam de puro e duro dolce fare niente ao sol e à grelha, num (ainda) secret spot ao Sul.
Até já.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Uma obra-prima da Herança da Humanidade
Seis e meia da manhã. Toca o despertador no quarto 219 do Íbis de Marraquexe. Durmo no Íbis - e não num charmoso Riad bem no coração da Medina - junto à moderna e lindíssima gare central da cidade na Avenida Hassan II porque o hotel, tal como a gare, é isso mesmo: central. Fica junto a uma praça que marca o final da estrada de onde eu vinha: Essaouira. E essa mesma praça me envia directamente para a estrada para onde terei de ir hoje (ontem): Casablanca; e depois Tanger e depois Tarifa e Sevilha e enfim Lisboa.
Pouco depois das sete da manhã. Discuto pela enésima vez com um putativo “gardian de l’ auto”. Desta feita recuso-me vigorosamente a ser (mais uma vez!) extorquido e pago apenas um quinto do valor pedido. Esta é a pior face marroquina. Gente e mais gente que quer ganhar dinheiro fácil sem fazer rigorosamente nada para tal. A culpa é nossa do turista ocidental…, que acha graça e vai colaborando na jogada.
Ainda não são sete e meia da manhã. Subo a Boulevard Abdelkim Al Khattabi em direcção à estrada que me levará à longa viagem de regresso. Pelo menos pela segunda vez nesta viagem escapo por um nanossegundo ao acidente rodoviário. Em Sifi Ifni quase atropelei um tresloucado que saiu de um mini -bus em direcção à estrada sem olhar para lugar nenhum. Aqui foi mesmo um mini-bus que faz inversão de marcha em cima de um risco contínuo. Desta feita foi mesmo rés-vez.
Tanger, porto, perto das duas da tarde. Por poucos minutos perco o ferry para Tarifa. Fico ali a olhar enquanto o enorme barco parte, preso nos ridículos procedimentos de segurança da fronteira marroquina. Fico com a sensação que poderia ter trazido os quilos de haxixe que me apetecesse e fico com a certeza de que não vou estar logo à noite (ontem à noite) na Catedral para ver o nosso Querido Clube numa meia-final europeia.
Já no deck do enorme barco fico a saber via telemóvel o que se tinha passado nessa manhã no coração da cidade onde de manhã cedo tinha acordado. Na altura nem me apercebi bem da factualidade…, só mais tarde, primeiro a ouvir a Cadena Ser enquanto cruzava já noite cerrada a serra de Aracena, depois já em casa a ler os jornais on line, é que apercebo dos factos.
No inicio deste milénio a UNESCO baptizou o local deste atentado, a Praça Jemaa el-Fnaa, nem mais nem menos como “obra-prima da Herança da Humanidade”. Com esta é a terceira vez que visito este local único. E estas são as palavras certas para descrever o que é a Praça Jemaa el-Fna. Praça a que nenhuma imagem faz jus. Só mesmo estas palavras que repito: obra-prima da Herança da Humanidade.
O silogismo final de tudo isto é simples para quem leu este texto com a mínima atenção. Sobreviver não é nada de especial. No Rossio ou na Jemaa el-Fna no delta do Nilo ou do Mekong, numa estrada alemã ou vietnamita. Milhares de milhões sobrevivem à sua maneira diariamente. A sorte de um homem é escapar, diz-se.
Duro, duro é ver que apesar de dezenas de séculos de Historia, Cultura e Desenvolvimento a natureza humana é tão rica mas ao mesmo tempo tão negra que continua a produzir indivíduos (e grupos de indivíduos) autofágicos que têm apenas como escopo a tentativa de eliminar a profunda riqueza da sua própria raça.
Nunca o conseguirão; nunca!
Pouco depois das sete da manhã. Discuto pela enésima vez com um putativo “gardian de l’ auto”. Desta feita recuso-me vigorosamente a ser (mais uma vez!) extorquido e pago apenas um quinto do valor pedido. Esta é a pior face marroquina. Gente e mais gente que quer ganhar dinheiro fácil sem fazer rigorosamente nada para tal. A culpa é nossa do turista ocidental…, que acha graça e vai colaborando na jogada.
Ainda não são sete e meia da manhã. Subo a Boulevard Abdelkim Al Khattabi em direcção à estrada que me levará à longa viagem de regresso. Pelo menos pela segunda vez nesta viagem escapo por um nanossegundo ao acidente rodoviário. Em Sifi Ifni quase atropelei um tresloucado que saiu de um mini -bus em direcção à estrada sem olhar para lugar nenhum. Aqui foi mesmo um mini-bus que faz inversão de marcha em cima de um risco contínuo. Desta feita foi mesmo rés-vez.
Tanger, porto, perto das duas da tarde. Por poucos minutos perco o ferry para Tarifa. Fico ali a olhar enquanto o enorme barco parte, preso nos ridículos procedimentos de segurança da fronteira marroquina. Fico com a sensação que poderia ter trazido os quilos de haxixe que me apetecesse e fico com a certeza de que não vou estar logo à noite (ontem à noite) na Catedral para ver o nosso Querido Clube numa meia-final europeia.
Já no deck do enorme barco fico a saber via telemóvel o que se tinha passado nessa manhã no coração da cidade onde de manhã cedo tinha acordado. Na altura nem me apercebi bem da factualidade…, só mais tarde, primeiro a ouvir a Cadena Ser enquanto cruzava já noite cerrada a serra de Aracena, depois já em casa a ler os jornais on line, é que apercebo dos factos.
No inicio deste milénio a UNESCO baptizou o local deste atentado, a Praça Jemaa el-Fnaa, nem mais nem menos como “obra-prima da Herança da Humanidade”. Com esta é a terceira vez que visito este local único. E estas são as palavras certas para descrever o que é a Praça Jemaa el-Fna. Praça a que nenhuma imagem faz jus. Só mesmo estas palavras que repito: obra-prima da Herança da Humanidade.
O silogismo final de tudo isto é simples para quem leu este texto com a mínima atenção. Sobreviver não é nada de especial. No Rossio ou na Jemaa el-Fna no delta do Nilo ou do Mekong, numa estrada alemã ou vietnamita. Milhares de milhões sobrevivem à sua maneira diariamente. A sorte de um homem é escapar, diz-se.
Duro, duro é ver que apesar de dezenas de séculos de Historia, Cultura e Desenvolvimento a natureza humana é tão rica mas ao mesmo tempo tão negra que continua a produzir indivíduos (e grupos de indivíduos) autofágicos que têm apenas como escopo a tentativa de eliminar a profunda riqueza da sua própria raça.
Nunca o conseguirão; nunca!
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Postal de Marrocos
Ja ninguem envia postais...
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Um dia vou regressar a Marrocos…
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Fim de tarde, hoje…
Sim, já, há vários dias
A Madeira continua um jardim (e um Jardim também). E…, ainda bem!
[post escrito a 1400 mt. de altitude com um frio do caraças e com as pernas dormentes de mais de dez quilhómetros - não é gralha - (quase quatro horas) de sobe e desce por levadas e veredas]
[post escrito a 1400 mt. de altitude com um frio do caraças e com as pernas dormentes de mais de dez quilhómetros - não é gralha - (quase quatro horas) de sobe e desce por levadas e veredas]
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Agora mesmo
Lagido, a ilha do Baleal, o Oceano, as Berlengas e o céu.
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Foto: arquivo (0)
Em arrumações, diversas, constato que já é considerável o arquivo fotográfico digital. O analógico também é grande e muito curioso. Já há uns anos que ando com vontade de passar a “zeros e uns” algumas dessas imagens antigas. Enquanto não ganho fôlego e pachorra para tal, talvez me entretenha com mais esta nova rubrica arcadiana. A ver vamos.
E começamos pelo fim, um ponto, aliás, óptimo para começar seja o que for.
Se esta imagem tivesse nome seria: o dia em que eu “toquei o sino”.
Que banalidade vem a ser esta, questionarão os mais desatentos a "estas coisas".
Nas minhas mãos está o mítico troféu da lendária prova do circuito mundial de surf que se realiza em Bells Beach, Victoria, Austrália. Em Bells não se realiza apenas um campeonato de surf. Em Bells realiza-se um festival que celebra a vida e acompanha a mais antiga prova de surf que este planeta conhece.
O troféu é lindo (e, confirmo, muito pesado); sem dúvida o mais bonito de todos no que a competições de surf diz respeito, e a sua descoberta casual conta-se em duas penadas: após uma manhã de boas ondas em Duranbah e da respectiva reposição de calorias, houve lugar à deliciosa “bica” no Gloria jean´s Coffe (link) de Coolangatta. Na porta ao lado a Mick Fanning´s Rip Curl. Entro, dou uma volta e quando já me dirigia para a saída…, dou de caras com “o sino”. Peço imediatamente à gerente se posso tirar uma foto com ele. Reparo que é o troféu ganho por Joel Parkinson em 2004 e assim que pego nele alguém na loja que assistia à cena grita: “ring it, ring it!!!”.
Foi, claro, um momento inesquecível; um momento emocionante (sublinho: mal comparado este troféu está para o surf como a lindíssimo troféu da Liga dos Campeões está para o futebol) que coroou umas férias magnificas.
Se esta imagem tivesse nome seria: o dia em que eu “toquei o sino”.
Que banalidade vem a ser esta, questionarão os mais desatentos a "estas coisas".
Nas minhas mãos está o mítico troféu da lendária prova do circuito mundial de surf que se realiza em Bells Beach, Victoria, Austrália. Em Bells não se realiza apenas um campeonato de surf. Em Bells realiza-se um festival que celebra a vida e acompanha a mais antiga prova de surf que este planeta conhece.
O troféu é lindo (e, confirmo, muito pesado); sem dúvida o mais bonito de todos no que a competições de surf diz respeito, e a sua descoberta casual conta-se em duas penadas: após uma manhã de boas ondas em Duranbah e da respectiva reposição de calorias, houve lugar à deliciosa “bica” no Gloria jean´s Coffe (link) de Coolangatta. Na porta ao lado a Mick Fanning´s Rip Curl. Entro, dou uma volta e quando já me dirigia para a saída…, dou de caras com “o sino”. Peço imediatamente à gerente se posso tirar uma foto com ele. Reparo que é o troféu ganho por Joel Parkinson em 2004 e assim que pego nele alguém na loja que assistia à cena grita: “ring it, ring it!!!”.
Foi, claro, um momento inesquecível; um momento emocionante (sublinho: mal comparado este troféu está para o surf como a lindíssimo troféu da Liga dos Campeões está para o futebol) que coroou umas férias magnificas.
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Raça, Amor e Paixão
Não é para todos; esta época já bebi vinho do ano e já comemorei um título. E fi-lo com estilo: comemorando a conquista do titulo bebendo um vinho do ano.
Eu explico: estava longe, no mesmo hemisfério do objecto comemorado, quando soube da vitória do “meu” Flamengo no Brasileirão. Acto contínuo: reforçar o repasto, comprar um jovem e fresco Pinot Noir e ir jantar em frente ao Pacifico com a pele à brisa quente e húmida.
Não estava no Brasil mas parecia; e ergui o meu copo ao alto saudando o Mengão, desejando uma festa assim cá na nossa terra lá mais para a Primavera (ver em full screen por favor).
Eu explico: estava longe, no mesmo hemisfério do objecto comemorado, quando soube da vitória do “meu” Flamengo no Brasileirão. Acto contínuo: reforçar o repasto, comprar um jovem e fresco Pinot Noir e ir jantar em frente ao Pacifico com a pele à brisa quente e húmida.
Não estava no Brasil mas parecia; e ergui o meu copo ao alto saudando o Mengão, desejando uma festa assim cá na nossa terra lá mais para a Primavera (ver em full screen por favor).
Flamengo Hexacampeão Brasileiro from Gustavo Pellizzon on Vimeo.
Tags:
da rica vida,
mennnnnnngggôôôôôô
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Ha dias felizes
Ontem, surf ao entardecer em Kirra; hoje, surf ao amanhecer em Duranbah (para os menos atentos sao apenas dois dos quintais do novo campeao mundial de surf).
PS: Por falar em ondas..., algum tsunami tera levado para longe os meus caros amigos e colegas de blogue? Espero que esteja tudo bem!
PS: Por falar em ondas..., algum tsunami tera levado para longe os meus caros amigos e colegas de blogue? Espero que esteja tudo bem!
domingo, 13 de dezembro de 2009
Aqui estao 22 graus (na agua!)
La curei a depressao pos-whitsundays com alguns dias na Great Keppel Island; a questao e que voltei a ficar deprimido pos-Great Keppel Island; depressao curada hoje de manha com uma rica surfada nas marrecas de Sunshine Beach (e ver no mapa, sff) vizinha da charmosa Noosa Heads.
Aqui estao 22 graus na agua e mais uma bela meia duzia fora dela.
Aqui estao 22 graus na agua e mais uma bela meia duzia fora dela.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Das belas e tropicais terras da Rainha
Ora viva, pessoal trabalhador - desculpem se me enganei...
Ja faz mais de uma semana que terminou a rica vida-rica fria e humida neozelandesa e comecou a rica vida-pobre quente e humida australiana - caminha e comidinha no backpacker trocada por tenda e fast food.
Escrevo-vos essencialmente para contar que nestes ultimos dias descobri uma nova doenca chamada depressao pos-ferias-ainda-durante-as-ferias. De facto assim e quando abandonamos o veleiro que durante tres dias nos passeou por algumas das mais de setenta paradisiacas ilhas Whitsundays (ver aqui).
A questao e: havera algo mais belo e fascinante do que navegar a vela de ilha paradisiaca em ilha paradisiaca?
Sinceramente duvido..., ainda assim vou tentar descobrir durante a proxima semana e meia por esta tropical costa de Queensland abaixo.
Ja faz mais de uma semana que terminou a rica vida-rica fria e humida neozelandesa e comecou a rica vida-pobre quente e humida australiana - caminha e comidinha no backpacker trocada por tenda e fast food.
Escrevo-vos essencialmente para contar que nestes ultimos dias descobri uma nova doenca chamada depressao pos-ferias-ainda-durante-as-ferias. De facto assim e quando abandonamos o veleiro que durante tres dias nos passeou por algumas das mais de setenta paradisiacas ilhas Whitsundays (ver aqui).
A questao e: havera algo mais belo e fascinante do que navegar a vela de ilha paradisiaca em ilha paradisiaca?
Sinceramente duvido..., ainda assim vou tentar descobrir durante a proxima semana e meia por esta tropical costa de Queensland abaixo.
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
10 a 10 e dez em dez
La fora chove torrencialmente (e mais ou menos assim quase todos os dias nalguma parte do dia) e troveja de tal forma que faz abanar a melhor backpakers house da viagem...
10 a 10, foi tambem em empate que acabou o meu derby de galaciares, ontem. Empate na beleza e excelencia entre o Fox Glacier e o Franz Joseph Glacier.
Dez em dez e esta a nota que deve ser atribuida a beleza da Nova Zelandia, agora que estes dias veem o seu fim. Nem tudo e assim perfeito como a mae das maes ca por baixo. Mas o balanco a ser feito e ainda melhor que as elevadas expectativas.
Amanha ha mais banho de beleza com a travessia do Arthur's Pass; esperemos que o tempo ajude...
10 a 10, foi tambem em empate que acabou o meu derby de galaciares, ontem. Empate na beleza e excelencia entre o Fox Glacier e o Franz Joseph Glacier.
Dez em dez e esta a nota que deve ser atribuida a beleza da Nova Zelandia, agora que estes dias veem o seu fim. Nem tudo e assim perfeito como a mae das maes ca por baixo. Mas o balanco a ser feito e ainda melhor que as elevadas expectativas.
Amanha ha mais banho de beleza com a travessia do Arthur's Pass; esperemos que o tempo ajude...
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Wanaka bakpaka
Nao se deixem iludir pelo horario do post. Aqui sao quatro da tarde do dia de amanha...
Hoje dia de semi descanso depois da estafa de ontem pelo Rob Roy Valley acima e abaixo, pelas dramaticas vistas do glaciar com o mesmo nome e do monstruoso pico (mais de 3000 metros) do monte Aspiring.
...dou uma volta pelo Publico e pelo twitter e vejo que o governo vai criar 5000 estagios na administracao publica e que 22 jogadores do Estrela da Amadora estao com gripe A. Isto e, Portugal continua muito doente :)
Amanha ha mais..., glaciares!
Hoje dia de semi descanso depois da estafa de ontem pelo Rob Roy Valley acima e abaixo, pelas dramaticas vistas do glaciar com o mesmo nome e do monstruoso pico (mais de 3000 metros) do monte Aspiring.
...dou uma volta pelo Publico e pelo twitter e vejo que o governo vai criar 5000 estagios na administracao publica e que 22 jogadores do Estrela da Amadora estao com gripe A. Isto e, Portugal continua muito doente :)
Amanha ha mais..., glaciares!
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