... a Jaime Antunes (link).
o negócio agora concretizado assume assim uma relevância ainda maior, tendo em conta que foi possivel manter todo o projecto, o título, a marca, e a imagem (...)
Título, marca e imagem..., resta saber onde parará o conteúdo...
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quarta-feira, 29 de junho de 2011
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Merda cor-de-rosa
Não, não. Apesar do título o poder sugerir, este não é mais um post sobre Sócrates ou o sobre o seu (des)governo. É tão só um post para assinalar mais uma fabulosa crónica de Hugo Gonçalves.
Em regra, o ser humano aprecia aquilo que não consegue fazer. E eu aprecio, muito, a capacidade que o Hugo tem para diariamente, repito, diariamente, preencher um curtíssimo espaço em branco de forma tão, digamos, genial. Hoje não resisto, e roubo ao Hugo e ao i (link) a sua crónica intitulada “Lixo porco”. Brilhante!
Por todo o país há esse lixo cheio de bactérias, despudor e mentira, comercializado em capas de revistas que gritam títulos imundos: "Sónia Brazão morte anunciada. Todos os pormenores do horror para sobreviver." Estas revistas defendem o direito ao jornalismo da emoção (?), como quem acena ao leitor com um acidente de carro na auto-estrada. E se o Cristiano Ronaldo passou, em algum momento da sua vida, nessa estrada, melhor ainda. Faz-se logo uma chamada de capa. Até o novo primeiro-ministro foi embrulhado neste papel colorido e mal cheiroso: "Ele comeu do lixo. Irmão com paralisia." O que estas publicações têm feito com a história da actriz Sónia Brazão, vítima de uma explosão, é tão pulha que causa náuseas. Nestas revistas, além da indecência, mente-se muito, exagera-se e explora-se a tragédia como quem vende farturas. Não se trata apenas da invasão da privacidade, trata-se de fazer da vida dos outros um produto sujo, muitas vezes ficcionado. Lixo, já se sabe, haverá sempre. Mas os responsáveis por estas revistas deviam pagar pelo lixo que produzem (e os jornalistas deviam meter a mão na cabeça, contestar ordens, dizer que não). Em Inglaterra, onde há tanto lixo mediático, quem mente paga bem. O "News of the World" já largou 100 mil libras por publicar fotos não autorizadas de Sienna Miller. Se vamos a um restaurante e a comida está estragada, reclamamos. Se compramos uma camisa e tem defeito, vamos trocar. Devíamos fazer o mesmo com este lixo de papel. Tanta árvore assassinada para produzir apenas, e tão só, merda cor-de-rosa.
Em regra, o ser humano aprecia aquilo que não consegue fazer. E eu aprecio, muito, a capacidade que o Hugo tem para diariamente, repito, diariamente, preencher um curtíssimo espaço em branco de forma tão, digamos, genial. Hoje não resisto, e roubo ao Hugo e ao i (link) a sua crónica intitulada “Lixo porco”. Brilhante!
Por todo o país há esse lixo cheio de bactérias, despudor e mentira, comercializado em capas de revistas que gritam títulos imundos: "Sónia Brazão morte anunciada. Todos os pormenores do horror para sobreviver." Estas revistas defendem o direito ao jornalismo da emoção (?), como quem acena ao leitor com um acidente de carro na auto-estrada. E se o Cristiano Ronaldo passou, em algum momento da sua vida, nessa estrada, melhor ainda. Faz-se logo uma chamada de capa. Até o novo primeiro-ministro foi embrulhado neste papel colorido e mal cheiroso: "Ele comeu do lixo. Irmão com paralisia." O que estas publicações têm feito com a história da actriz Sónia Brazão, vítima de uma explosão, é tão pulha que causa náuseas. Nestas revistas, além da indecência, mente-se muito, exagera-se e explora-se a tragédia como quem vende farturas. Não se trata apenas da invasão da privacidade, trata-se de fazer da vida dos outros um produto sujo, muitas vezes ficcionado. Lixo, já se sabe, haverá sempre. Mas os responsáveis por estas revistas deviam pagar pelo lixo que produzem (e os jornalistas deviam meter a mão na cabeça, contestar ordens, dizer que não). Em Inglaterra, onde há tanto lixo mediático, quem mente paga bem. O "News of the World" já largou 100 mil libras por publicar fotos não autorizadas de Sienna Miller. Se vamos a um restaurante e a comida está estragada, reclamamos. Se compramos uma camisa e tem defeito, vamos trocar. Devíamos fazer o mesmo com este lixo de papel. Tanta árvore assassinada para produzir apenas, e tão só, merda cor-de-rosa.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Sócrates deve ser severamente punido nas próximas eleições
Não sou eu que o digo. É o insuspeito António Barreto aqui (link). A entrevista foi publicada no i no passado sábado mas ainda vão bem a tempo de a ler...., especialmente num dia em que se soube que Portugal entrou oficialmente em recessão (link).
sábado, 9 de abril de 2011
Não estamos em tempo de embarcar em aventuras perigosas
O partido LOL montou o circo em Matosinhos e a cabeça do polvo proclamou prontamente: "Não estamos em tempo de embarcar em aventuras perigosas".
Por uma vez concordo com Sócrates. Hoje, por exemplo, ficámos a saber que o número de casais desempregados subiu 171% em quatro meses. Os casais em que nenhum dos cônjuges tem emprego passaram de 1530 em Outubro para 4152 em Janeiro (link).
Temos mesmo de concordar com Sócrates. Aventura perigosa (e suicida) foi nele confiar os destinos do país não uma mas sim duas vezes.
Já basta. Como diz hoje Manuel Queiroz, ontem houve mais "Portugalling" na forma como José Sócrates contou outra vez a história do bandido sobre o que aconteceu com o pedido de ajuda externa, que todas as evidências apontam que era inevitável depois de se dobrar a dívida portuguesa em seis anos. Dizer que a culpa é dos outros, da oposição, quando o país não aguentou duas semanas de demissão do governo, é coisa que nenhum português conseguirá compreender, fora eventualmente aqueles que estavam ontem à noite a ouvir o líder na Exponor (link).
Por uma vez concordo com Sócrates. Hoje, por exemplo, ficámos a saber que o número de casais desempregados subiu 171% em quatro meses. Os casais em que nenhum dos cônjuges tem emprego passaram de 1530 em Outubro para 4152 em Janeiro (link).
Temos mesmo de concordar com Sócrates. Aventura perigosa (e suicida) foi nele confiar os destinos do país não uma mas sim duas vezes.
Já basta. Como diz hoje Manuel Queiroz, ontem houve mais "Portugalling" na forma como José Sócrates contou outra vez a história do bandido sobre o que aconteceu com o pedido de ajuda externa, que todas as evidências apontam que era inevitável depois de se dobrar a dívida portuguesa em seis anos. Dizer que a culpa é dos outros, da oposição, quando o país não aguentou duas semanas de demissão do governo, é coisa que nenhum português conseguirá compreender, fora eventualmente aqueles que estavam ontem à noite a ouvir o líder na Exponor (link).
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sexta-feira, 8 de abril de 2011
Sócrates pôs Portugal a pedir
O primeiro-ministro José Sócrates usou o PEC IV para fazer cheque à oposição, usando o país como refém - esta esperteza saloia, somada à manipulação do valor do défice nas eleições de 2009 e aos erros sucessivos de política, terá de ser julgada nas urnas.
Leitura obrigatória para a crónica de hoje no i de Bruno Faria Lopes porque “com políticos assim, Portugal não precisa de inimigos”
segunda-feira, 21 de março de 2011
Guilherme Santa Graça Espírito Santo

O jornal i de hoje recorda assim (link) – e muito bem – um dos nossos melhores atletas de sempre: Guilherme Santa Graça Espírito Santo (só este nome é magico...); à vossa atenção...
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
A princesa da blogosfera tuga
Não sou leitor do blogue mas sou leitor do que a Ana escreve na Time Out Lisboa – aliás…, até à passada quarta-feira, confesso que desconhecia ser a mesma pessoa que fazia ambas as paginas.
Gosto do que Ana escreve na Time Out, não gosto do que a Ana escreve no seu blogue. Ou melhor, em bom rigor, do que a Ana escreve no seu blogue não gosto nem deixo de gostar. Porque isto (link) não passa de um balão cheio de nada. Um excelente elogio ao vazio mas sobretudo ao fútil.
Não espanta pois que A Pipoca Mais Doce “venda” mais por dia que o próprio i que hoje a entrevista. É este o ar dos tempos…, a Sociedade dos Lazeres e dos Prazeres como apontam alguns sociólogos.
Sabida, a Ana até do meu Querido Clube se serve para promover aquilo que hoje (link) diz ser uma marca. Dizendo o obvio (link), postando o que qualquer transeunte pode ler (link) e mostrando o que todos os que têm Internet já viram (link). É assim A Pipoca Mais Doce.
Se ser "fashion, actual, cosmopolita, arrojada, moderna" é isto, então…, eu prefiro ser uma velha, gasta, entediante, labrega e horrorosa bota da tropa.
sábado, 16 de outubro de 2010
“Portugal é um país cada vez mais interessante para viver”
Quem o diz é Nuno Jonet, um dos decanos do surf português – quase um verdadeiro waterman (link) – ao i. E eu compreendo bem o aparente paradoxo das suas palavras.
Uma entrevista (link) para ler, reler e guardar para mais tarde recordar – por todos.
Uma entrevista (link) para ler, reler e guardar para mais tarde recordar – por todos.
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Do Facebook
O Edson Athayde compreende na perfeição o ser em si do Facebook. Deve ser por isso que escreve uma fabulosa crónica semanal sobre o tema, ao sábado, no magnífico i.Gosto de analogias. Costumo imaginar o Facebook como um grande e infindável cocktail, um evento onde entramos porque a porta está aberta e lá dentro encontramos conhecidos e desconhecidos. Com quem já temos relações anteriores, vamos pondo as novidades em dia. Com os outros, vamos trocando olhares, cumprimentos simpáticos, pequenas conversas. Como sou tímido, nunca fiz grandes amigos em festarolas. Não estou à espera que seja diferente no Facebook.
Nem mais nem menos. Identifico-me exactamente, com este excerto da sua crónica de sábado passado.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Pangeia (XVIII)
A nota mundial de hoje era para ser sobre a natureza humana. E é mesmo.Gostava de vos dar a conhecer o magnífico texto de Senhor Mário Coluna que o jornal i publica hoje, que versa sobre essa criatura infra-humana de nome Raymond Domenech.
Infelizmente, por razões que a natureza humana lá saberá, o i enche o seu sítio de lixo, guardando o luxo debaixo do divã. É pena. Porque a mesma natureza humana é densificada pelo Senhor Mário Coluna no tal texto que muito gostava de postar aqui, ou, pelo menos, colocar um link para o mesmo.
A natureza humana que produz talento como o do Senhor Coluna é a mesma que produz gente triste como Domenech e outra tanta, não tão estúpida como o segundo mas também não tão inteligente como o Senhor Mário Coluna, que faz os jornais que lemos.
Se puderem não percam: “Um rebelde com causa” pelo Senhor Mário Coluna, na pagina 57 da edição papel do i.
domingo, 11 de abril de 2010
O que é ser português no Facebook?
No i (link) Edson Athayde questiona e tenta responder. Excelente (e bem humardo) texto.
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Campo Contra Campo (CXLIII)
O “i” continua a ser uma lufada de ar quente e seco no Inverno frio e húmido do panorama dos jornais portugueses. Leia-se pois “critica de cadeiras” (link).
Ou de como é tão fácil de encontrar a objectividade possível na subjectividade. Em poucas e bem humoradas palavras.
Já agora, concordo com quase tudo e (pelo menos das salas que conheço - a esmagadora maioria) o meu voto não andaria muito longe daquilo.
Ou de como é tão fácil de encontrar a objectividade possível na subjectividade. Em poucas e bem humoradas palavras.
Já agora, concordo com quase tudo e (pelo menos das salas que conheço - a esmagadora maioria) o meu voto não andaria muito longe daquilo.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
terça-feira, 20 de outubro de 2009
O melhor surf do mundo, por Tiago Pires
O “i” não é apenas um jornal diferente. É um jornal “mais melhor bom”. Um jornal excelente, vá. Ora vejam lá este (link) extraordinário trabalho.
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
i parabéns
Foram várias as vezes que estive para escrever um post dedicado ao novo i. Tantas como aquelas que não o escrevi. Hoje o i completa as suas primeiras cem edições. Será hoje?
Objectivamente: adoro o i!
Recordo onde e como comprei o primeiro numero do jornal. Estranhei aquela capa, aquela aparente dispersão de temas, a nova geografia das notícias. Depois, nestes últimos cento e tal dias, entranhei o prazer de quem faz um jornal novo, um jornal sucinto quando o tem de ser, responsável, objectivo, efervescente. Um jornal que deve dar um gozo imenso a quem o faz. Só pode.
Estranhei, entranho. Estranhei durante semanas a fio não comprar o “meu” jornal de sempre, entranho todos os dias algo tão bom que não compreendo como surge num pais (quase) totalmente atrofiado e adormecido.
Estranho não haver i ao domingo; entranho como foi possível passar tantos anos a ler tão pouco e tão mal.
Parabéns a todos aqueles que nos fazem o i: que nunca vos falte na vida honesto estudo.
Objectivamente: adoro o i!
Recordo onde e como comprei o primeiro numero do jornal. Estranhei aquela capa, aquela aparente dispersão de temas, a nova geografia das notícias. Depois, nestes últimos cento e tal dias, entranhei o prazer de quem faz um jornal novo, um jornal sucinto quando o tem de ser, responsável, objectivo, efervescente. Um jornal que deve dar um gozo imenso a quem o faz. Só pode.
Estranhei, entranho. Estranhei durante semanas a fio não comprar o “meu” jornal de sempre, entranho todos os dias algo tão bom que não compreendo como surge num pais (quase) totalmente atrofiado e adormecido.
Estranho não haver i ao domingo; entranho como foi possível passar tantos anos a ler tão pouco e tão mal.
Parabéns a todos aqueles que nos fazem o i: que nunca vos falte na vida honesto estudo.
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