Mostrar mensagens com a etiqueta não há pachorra para tanta parvoíce junta. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta não há pachorra para tanta parvoíce junta. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Cheira a chulé






Vai um fedor por essa blogos fora que não vos digo nada.
E o problema não é de hoje. Desde que alguém se lembrou de tirar uma foto ao seu digníssimo chispe que não há gaja, gajinha, senhora ou senhorinha que não tire uma foto ao seu pezinho é poste lá no cantinho.
Até aqui…, tudo bem. Mas a moda rapidamente ultrapassou as fronteiras do ciberespaço e eis que as belas “patas brancas” das portuguesas bonitas (ou nem tanto) invadem twitter, facebook e demais redes sociais.

Confesso. Tenho um certo fetiche por pés; nus ou calçados – depende da época do ano e da disposição. Mas esta profusão de chulé arrelia-me.

Meninas: inovem, sei lá. Querem mostrar o corpo no lugar de dar a cara? Tudo bem; mas variem, pelo menos de vez quando. Mostrem a mão, o pescoço, o braço, uma ecografia, a barriga, as costas, mas…, basta de tanto chulé por essa Rede fora, tá?

Ah…, os presuntos mais ou menos cuidados que ilustram esta posta são da: Dalila Madruga (cuja conta do twitter não encontro agora), Paula Sofia, Pipoca e Miss Pearls.
A quem cabe o quê? Descubram, se tiverem pachorra.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

A "Justiça" que temos...

Há despacho, não há despacho. O despacho suspende as eleições, não suspende as eleições. Só neste país pode estar tanta gente, durante tanto tempo, a discutir o significado de um gesto de um juiz sem que o próprio do juiz explique o seu gesto.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Prisão preventiva a tempo parcial

Sem conhecer os pormenores da ideia do Governo de permitir que, condenados a prisão efectiva, os Arguidos que hajam interposto recurso possam gozar de prisão preventiva a tempo parcial (recolhendo aos calabouços apenas para pernoitar), permito-me - ainda assim - tecer o seguinte comentário:
não havendo penitenciárias em todos os concelhos do país, como é que se conseguirá que um arguido que viva longe de uma possa sair todas a manhãs e regressar todas as tardes?

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008