Seguro emociona-se no final de um comício em Castelo Branco
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sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Espera..., temos palhaços
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sexta-feira, 20 de setembro de 2013
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Volta Buíça estás perdoado
quarta-feira, 27 de março de 2013
Pinóquio na RTP
Uma narrativa de embuste..., sem vergonha!
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domingo, 30 de dezembro de 2012
Feliz Ano Velho
Portugal está sitiado. E não é pela famosa Troika. Mas sim pelos próprios portugueses em geral. Desde logo porque a Troika não tem vida própria. Com ela assinámos (assinaram) compromissos que…, “pacta sunt servada”, como todos os compromissos devem ser, aliás.
Portugal está sitiado, assim, pela classe politica. Por aqueles que com a tal Troika negociaram. Mas também pelos sindicatos, esse bando abjeto de inúteis. Pela Esquerda esquizofrénica, por um PCP anacrónico e por um Bloco terrorista. Por um mau Governo, sem dúvida, mas por uma oposição ainda pior…, chega a ser comovente a ladainha de António José Seguro e a sua inépcia em lidar com a monumental tralha socialista, da velhada Soarista às carpideiras viúvas de Sócrates. Se pudesse, Seguro escorraçava esta escumalha do PS mas não pode e, em bom rigor, não quer.
Portugal está enfim sitiado pela generalidade dos portugueses. Um ano inteiro a chorarem sobre o leite derramado, um ano inteiro de “isto está mau e vai ficar pior”, um ano inteiro de baba e ranho.
Portugal esta sitiado e assim permanecerá para sempre. Por mim perdíamos já hoje a independência. Na verdade já a perdemos de Facto, resta perde-la de Direito também.
Levem-nos, invadam-nos mas…., não nos tirem o Mar Português. O Oceano, as suas ondas e as praias que elas beijam constituem a pequena aldeia gaulesa que nos resta.
Hoje vivemos apenas o ultimo capítulo de um ano absolutamente inolvidável no que a Ondas diz respeito. Um ano épico, repleto de boas ondulações, bons ventos, bons fundos, boas ondas. Um ano repleto de sorrisos, de partilha e de prazer. Um ano repleto de alegria, de vida e de harmonia. Um Feliz Ano Velho.
Querem ser felizes em 2013? É muito simples. Desprezem que vos despreza. Corram para a loja dos “trezentos desportivos” mais próxima. Gastem o que puderem a comprar uma prancha, um fato e demais acessórios. Enfim…, abandonem tudo o resto e corram, corram para o Oceano. Corram para o Oceano sempre. Sempre que puderem. Rezem (como souberem) por anos de Ondas como o que agora acaba. E por saúde para as desfrutar.
Feliz Ano Velho que te quero novo!
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Bom dia daqui fala o morto
Como já escrevi diversas vezes…, a culpa não é dele, do senhor dez por cento. A culpa é de quem lhe mete o microfone nas mandibulas.
Como já escrevi diversas vezes…, sempre que Mário, o Zombie, aparece a uma porta qualquer, está um séquito de imberbes ardinas para recolher a sua sapiente verbe.
Como já escrevi diversas vezes…, perante isso nada mais resta ao avô dos proxenetas da classe politica tuga. Fala.., fala…, fala…, fala… (link, link).
Soares pode morrer? Não, faz falta à Nação!
Perdão, enganei-me na pontuação. Soares pode morrer, não faz a falta à Nação.
Como já escrevi diversas vezes…, sempre que Mário, o Zombie, aparece a uma porta qualquer, está um séquito de imberbes ardinas para recolher a sua sapiente verbe.
Como já escrevi diversas vezes…, perante isso nada mais resta ao avô dos proxenetas da classe politica tuga. Fala.., fala…, fala…, fala… (link, link).
Soares pode morrer? Não, faz falta à Nação!
Perdão, enganei-me na pontuação. Soares pode morrer, não faz a falta à Nação.
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Escândalo diz ele
Por cá a pouco e pouco, quase sem darmos por isso, vamos perdendo a noção do ridículo. Não é de hoje, certo. Mas o movimento acelera de tal forma que até o observador menos perspicaz se deve aperceber.
É no dia-a-dia, nas mais pequenas coisas, nas relações entre amigos, colegas ou simplesmente desconhecidos com que tivemos o azar de nos cruzar pelo caminho. Mas é também na televisão, quando vemos as patéticas reportagens diárias na SIC sobre o “inside” da Seleção Nacional - a tal que supostamente deve ser de todos nós. É nos jornais, veja-se a infeliz figurinha que o jornal Público anda a fazer em torno do “caso Relvas”.
Mas, enquanto andamos entretidos a aborrecer “o colega do lado” ou a picar o “amigo do peito”; mas, enquanto andamos entretidos com azeiteiros milionários que vão “vencer o Euro”; mas, enquanto andamos distraídos com o malandro do Relvas…, a classe politica continua a apontar o caminho a seguir.
Isto (link) não é um escândalo. É pior; isto (link) é a perda total da noção do ridículo.
É no dia-a-dia, nas mais pequenas coisas, nas relações entre amigos, colegas ou simplesmente desconhecidos com que tivemos o azar de nos cruzar pelo caminho. Mas é também na televisão, quando vemos as patéticas reportagens diárias na SIC sobre o “inside” da Seleção Nacional - a tal que supostamente deve ser de todos nós. É nos jornais, veja-se a infeliz figurinha que o jornal Público anda a fazer em torno do “caso Relvas”.
Mas, enquanto andamos entretidos a aborrecer “o colega do lado” ou a picar o “amigo do peito”; mas, enquanto andamos entretidos com azeiteiros milionários que vão “vencer o Euro”; mas, enquanto andamos distraídos com o malandro do Relvas…, a classe politica continua a apontar o caminho a seguir.
Isto (link) não é um escândalo. É pior; isto (link) é a perda total da noção do ridículo.
sexta-feira, 9 de março de 2012
"O fraco rei faz fraca a forte gente"
O Presidente da República, Cavaco Silva, acusa José Sócrates de “uma falta de lealdade institucional que ficará registada na história da nossa democracia" (link).Uma das muitas viúvas de Sócrates, Pedro Silva Pereira, já veio dizer: “O PR não tem nenhuma espécie de autoridade moral para acusar quem quer que seja de deslealdade institucional” (link).
Mas as carpideiras não se ficam por palavras caras. José Lello, de rolo da massa em punho, disse: “Penso que o Presidente está instável, não está bem, mas se não estiver bem, que se trate” (link).
Assim navega a louca barca da classe politica portuguesa. Razão, muita razão, teve Camões, ao afirmar: "O fraco rei faz fraca a forte gente".
Haja pachorra para os aturar...
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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Estou a trabalhar, sempre a trabalhar…
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Ora cá estou eu a trabalhar uma vez mais...
Férias dos deputados
Assunção Esteves explicou que a Assembleia da República suspendeu a actividade entre 22 de Dezembro e 3 de Janeiro para "compensar o tempo que não teve no Verão".
Terá Assunção Esteves esquecido que os deputados tomaram posse no fim de Junho?
Definitivamente, esta pensionista-aos-42-anos-de-idade-depois-de-10-anos-como-juiz-constitucional-função-que-assumiu-aos-32-aninhos-sabe-se-lá-como é mesmo melhor que o outro senhor da AMI de que agora não me recordo o nome?
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Tal como ontem hoje estou a trabalhar...
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Isto só tem um nome: proxenetismo
Infame!
A balda ao trabalho dos senhores deputados até ao próximo dia 3 de Janeiro é uma insolência absoluta e não pode passar em claro.
Sempre fui daqueles que me bati contra os que não perdem uma oportunidade para dizer que os políticos “são todos iguais, uma cambada de chulos”.
Mas a classe política insiste em não me dar razão. Aliás, começa a ser claro que a existir um enorme culpado pelo lamentável estado a que este bananal chamado Portugal chegou, esse culpado é a impreparada, irresponsável, imbecil classe política.
Num momento em que diariamente são pedidos esforços hercúleos a todos os portugueses, num momento em que tantos procuram (alguns desesperadamente) trabalho e não encontram, num momento em que o primeiro-ministro “manda” emigrar…, o que é que estes senhores fazem? Gazeta ao trabalho parlamentar durante mais de uma semana – enquanto os demais servidores públicos nem meio-dia de folga puderam gozar.
Um exemplo triste, lamentável, infame. Depois admirem-se que vos assobiem, insultem e, bem pior, não vos passem cartão quando pedem o nosso voto. Numa palavra: vergonhoso!
A balda ao trabalho dos senhores deputados até ao próximo dia 3 de Janeiro é uma insolência absoluta e não pode passar em claro.
Sempre fui daqueles que me bati contra os que não perdem uma oportunidade para dizer que os políticos “são todos iguais, uma cambada de chulos”.
Mas a classe política insiste em não me dar razão. Aliás, começa a ser claro que a existir um enorme culpado pelo lamentável estado a que este bananal chamado Portugal chegou, esse culpado é a impreparada, irresponsável, imbecil classe política.
Num momento em que diariamente são pedidos esforços hercúleos a todos os portugueses, num momento em que tantos procuram (alguns desesperadamente) trabalho e não encontram, num momento em que o primeiro-ministro “manda” emigrar…, o que é que estes senhores fazem? Gazeta ao trabalho parlamentar durante mais de uma semana – enquanto os demais servidores públicos nem meio-dia de folga puderam gozar.
Um exemplo triste, lamentável, infame. Depois admirem-se que vos assobiem, insultem e, bem pior, não vos passem cartão quando pedem o nosso voto. Numa palavra: vergonhoso!
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