sábado, 10 de março de 2012

Perguntar não ofende...

Com tanta excepção, será que na TAP, CGD e Banco de Portugal, o 1.º de Dezembro continuará a ser feriado?

sexta-feira, 9 de março de 2012

"O fraco rei faz fraca a forte gente"

O Presidente da República, Cavaco Silva, acusa José Sócrates de “uma falta de lealdade institucional que ficará registada na história da nossa democracia" (link).

Uma das muitas viúvas de Sócrates, Pedro Silva Pereira, já veio dizer: “O PR não tem nenhuma espécie de autoridade moral para acusar quem quer que seja de deslealdade institucional” (link).

Mas as carpideiras não se ficam por palavras caras. José Lello, de rolo da massa em punho, disse: “Penso que o Presidente está instável, não está bem, mas se não estiver bem, que se trate” (link).

Assim navega a louca barca da classe politica portuguesa. Razão, muita razão, teve Camões, ao afirmar: "O fraco rei faz fraca a forte gente".

Haja pachorra para os aturar...

Micro-História do "Keep Calm and Carry On"

quarta-feira, 7 de março de 2012

Futulele

Este é o Futulele, a Ukulele app para iPad e iPhone

terça-feira, 6 de março de 2012

E pluribus unum

O "boneco da feira"

"Álvaro Santos Pereira é como Assunção Cristas: a imagem que tem de si mesmo é muito melhor do que a que os outros têm dele. É um nabo politicamente, diz puerilidades, perde as estribeiras por pouco – mas é um homem sem obediência a ninguém. De nada lhe serve. Transformou-se no boneco da feira, a quem todos atiram bolas de sumaúma só pelo gozo. É um peixinho dourado, um pouco amuado com o trato, mas não percebe que o seu defeito decisivo é outro: é o vazio em vez da vazão, é não despachar os milhões de assuntos que lhe poisam na mesa".

Álvaro, o homem-bala (link); belo texto do Pedro Santos Guerreiro no Negócios.

Da serie “grandes títulos do jornalismo português”

segunda-feira, 5 de março de 2012

Há Liberdade (CLII)

Mais “noticias” da temporada havaiana que agora finda.
Apesar de não ter havido ondulações verdadeiramente gigantes e de um começo algo titubeante, uma vez mais aquela ilha magica não defraudou os milhares de riders que por lá aterraram um ano mais.
Aqui fica mais um clip verdadeiramente monumental…

Once Upon A Time In Hawaii - February from Miller Best on Vimeo.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Rumo à eternidade

Desde 1904…, cento e oito anos de Glória…, rumo à eternidade. Parabéns, Sport Lisboa e Benfica. O AMOR da nossa vida!

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Campo Contra Campo (CLXVI)

Hugo, ****

Hoje temos Óscares; em bom rigor hoje não, mas sim na próxima madrugada (link). Goste-se ou não da cerimónia e de tudo o que a envolve, este é sempre um momento altíssimo para todos aqueles que gostam de cinema. É assim todos os anos por esta altura: dilema…, ficar ou não ficar acordado para ver “aquilo”…?

Este ano tive oportunidade de ver a grande maioria das fitas em competição. Faltava-me Hugo. Hugo é um filme emocionante e uma magnífica homenagem às origens do cinema e a um dos seus “founding fathers”, o pioneiro genial Georges Méliès. Mas é igualmente um filme demasiadamente lamechas e aparvalhadamente previsível - chega a tornar-se aborrecido - na sua “primeira parte”, onde se conta a “história” do menino Hugo.

Hugo acaba por ser filme algo “desequilibrado” – compreendo perfeitamente algumas críticas de que é alvo – quando tinha tudo para ser um monumento para a eternidade. E depois…, lá vem o 3-D. Aqui, até se compreende que Martin Scorsese queira usa-lo para homenagear um visionário como foi Méliès mas, uma vez mais, o espectador (quase) só sai a perder, parte da essência do cinema desvanecesse e os bolsos ficam um pouco mais vazios. Uma última nota para as duas grandiosas sequências, de abertura e epilogo, que Scorsese assina na perfeição.

De regresso às estatuetas douradas…, Hugo será, provavelmente, o grande vencedor da próxima madrugada. Curiosamente, o seu grande oponente será “O Artista” (link). Curiosamente porque não deixa de ser assinalável a forma como é possível homenagear a maravilhosa Sétima Arte de duas formas tão distintas, quase antagónicas. É também esta a riqueza desta magia contemporânea chamada Cinema.

…acho que me vou esforçar por ficar acordado até mais tarde esta noite.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

SAL - Surf At Lisbon Film Fest

Esta imagem…

Confesso que um dia sonhei (sonhar, sonhar, ou seja a dormir) com ondas perfeitas na zona da antiga Expo 98, junto ao Oceanário; depois, outro dia (não sei quando) sonhei com algo parecido ao que surge nesta imagem: ondas perfeitas junto ao Cais da Colunas. São sonhos de quem tem alma salgada e, de vez em quando, dá com uma pequena guelra a querer nascer, algures num qualquer canto mais ou menos obscuro do seu corpo.

Também – há muitos anos atrás - sonhei, aqui de olhos bem abertos, com um Festival de Cinema em Lisboa. O tempo passou e, assim de cabeça, hoje temos o Indie, o Doc, o Monstra, o MotelLx e aquele dos “viados” e das fufas com um nome esquisito que agora não me lembro. É isto…, não há fome que não resulte em fartura e, entre o muito bom e o muito mau, cinema festivaleiro é o que sobra em Lisboa.

Agora, anuncia-se para Junho o SAL, Surf At Lisbon Film Fest (link). Excelente ideia. Se Lisboa tinha tudo para ser um Festival de Cinema, Lisboa tudo tem para ter um “Surf Film Festival”. Mas…, deseja-se, desde logo, que os seus organizadores interpretem o termo “surf” num sentido lacto e não apenas como sinonimo de “rapazes e raparigas que sempre em pé espumam nas ondas”. E deseja-se ainda (assim de repente) que nesta festa não falte: "Big Wednesday", “Point Break”, “Chasing Dora”, “Bustin' Down the Door” e “Surf's up” em versão original - tudo filmes que já vi mas gostava muito de ver em sala.

Acho que não é pedir muito…


SAL | Surf At Lisbon Film Fest from SAL | SURF AT LISBON FILM FEST on Vimeo.