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terça-feira, 10 de abril de 2012
Absolutamente de acordo
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Varias provas de como somos mesmo piegas
Pedro Passos Coelho chamou "piegas" aos tugas (link). A oposição não tardou em lhe dar razão...
Piegas 1: Louçã diz que Passos Coelho insultou portugueses de "piegas".
Piegas 2: PS: Passos quer "flagelar" os portugueses.
Piegas 3: "O primeiro-ministro está muito mal informado sobre o que são os portugueses"
Piegas 4: PS: «Não é próprio de um PM chamar piegas ao seu povo»
...e por ai fora. Piegas!
Piegas 1: Louçã diz que Passos Coelho insultou portugueses de "piegas".
Piegas 2: PS: Passos quer "flagelar" os portugueses.
Piegas 3: "O primeiro-ministro está muito mal informado sobre o que são os portugueses"
Piegas 4: PS: «Não é próprio de um PM chamar piegas ao seu povo»
...e por ai fora. Piegas!
domingo, 18 de dezembro de 2011
Da verdade
Ao fim da tarde vi dois comentadores na SICN dizerem qualquer coisa como…, Passos Coelho não podia ter dito o que disse (link) e mesmo que o fizesse não o podia ter dito daquela forma, ainda assim o que disse é verdade. Sublinho, disseram tais comentadores.
Mesmo que muito procurássemos não conseguíamos encontrar melhor imagem do Portugal contemporâneo. Dois conhecidos e reconhecidos “fazedores de opinião” admitem que o facto expresso pelo primeiro-ministro apesar de ser verdadeiro não pode ser dito.
É este o país que temos actualmente. O país que cresceu e engordou à conta do dinheiro alheio. O país das “novas oportunidades”, dos licenciados que administrativamente passam a Mestres. O país das auto-estradas desertas. O país pejado de pontos de abastecimento de carros eléctricos mas que não tem carros eléctricos.
Teria muita piada se tivesse graça este país da mentira. O país onde dizer a verdade merece castigo.
Mesmo que muito procurássemos não conseguíamos encontrar melhor imagem do Portugal contemporâneo. Dois conhecidos e reconhecidos “fazedores de opinião” admitem que o facto expresso pelo primeiro-ministro apesar de ser verdadeiro não pode ser dito.
É este o país que temos actualmente. O país que cresceu e engordou à conta do dinheiro alheio. O país das “novas oportunidades”, dos licenciados que administrativamente passam a Mestres. O país das auto-estradas desertas. O país pejado de pontos de abastecimento de carros eléctricos mas que não tem carros eléctricos.
Teria muita piada se tivesse graça este país da mentira. O país onde dizer a verdade merece castigo.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
terça-feira, 21 de junho de 2011
Nobre
Os jornais, hoje, fazem quase o pleno. Passos Coelho ainda nem posse tomou e já arca com a sua primeira derrota politica, dizem eles – ávidos de sangue fresquinho, digo eu. É normal.Seguem a linha de alguma esquerda que tenta usar os métodos trauliteiros que alguma direita usou durante seis anos contra Sócrates e a sua tralha. É (ainda) normal. Mas é também errado. Pois, caso ainda não tenham reparado, os sujeitos e o objecto em causa são totalmente diferentes. Passos e a sua gente estão nos antípodas de Sócrates e o seu bando e…, o mundo mudou, pá! Nunca se esqueçam…, o mundo mudou.
Tenho de concordar com aqueles que dizem de Nobre nunca nada ter feito na política; Nunca ter sido deputado e não se lhe conhecer, sequer, pensamento político. Não lamento também a humilhação porque passou ontem em São Bento. Mas no fim temos de reconhecer que Nobre acabou por ser nobre, apesar da contradição que acaba por ser a sua continuação no hemiciclo – se calhar, Nobre está a aprender depressa a função de deputado…
Voltando ao inicio. Feita que seja a história desta legislatura o episódio de ontem não passará de um pequeno faits divers. Se isto foi uma derrota para Passos Coelho…, expliquem me lá quem foi o vencedor?
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Rapidamente e em força
No restolho da noite eleitoral não há muito mais a dizer.
Não há tempo a perder. Cavaco sabe disso e exige celeridade (link). Eu também.
Estamos perante mais uma oportunidade, talvez a última, de arrepiar caminho, reconhecer os erros passados, enterrar os mortos e tratar dos feridos.
Tudo isso terá de ser feito rapidamente…, e em força.
Não há tempo a perder. Cavaco sabe disso e exige celeridade (link). Eu também.
Estamos perante mais uma oportunidade, talvez a última, de arrepiar caminho, reconhecer os erros passados, enterrar os mortos e tratar dos feridos.
Tudo isso terá de ser feito rapidamente…, e em força.
domingo, 5 de junho de 2011
Fim de festa
Este é tempo de desgraça; não há espaço para estado de graça.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Dois caminhos
Mais um excelente texto de Carlos Carreiras no i (link). Li e gostei.
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terça-feira, 13 de abril de 2010
Pedro Passos Coelho: “mexer na Constituição”
Tenho acompanhado com um misto de curiosidade e inocente esperança a chegada de Pedro Passos Coelho (PPC) à liderança do PSD e, consequentemente, a candidato a candidato a primeiro-ministro.Gosto do estilo sóbrio, gosto do discurso escorreito e a-populista. E gosto do domínio (natural) da maioria dos temas.
Gosto de algumas das ideias (a diminuição do peso do Estado no processo económico, aumentar a transparência nas empresas publicas e no processo regulador da economia) desconfio de outras (a criação do denominado “Conselho Superior da República”) e não compreendo, de todo, outras ainda, como a necessidade urgente de “mexer na Constituição.
Aliás, como bem notava ontem no Público José Manuel Fernandes, para PPC “cumprir os objectivos que enunciou não precisa de mudar a Constituição”.
Assim, esta urgência, transversal ao discurso de PPC, apenas se explica à luz da verdadeira trauma que a Direita portuguesa encerra quanto ao principal monumento legislativo português e à sombra de uma novíssima forma de fazer politica, que consiste em mudar tudo e mais alguma coisa para que no final tudo fique na mesma.
“Mexer na Constituição” não é, infelizmente, um bom começo Pedro Passos Coelho. É apenas uma mais uma cortina de fumo. E se há coisa pela qual os portugueses anseiam, é por ver claro; em alta definição.
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Construir Ideias
É o nome da “Plataforma de Reflexão Estratégica” dinamizada por Pedro Passos Coelho. Hermínio Loureiro chama-lhe "Think tank". Será?
Construir ideias é excelente. Ideais também. Mas, para começar, construir um sítio na Internet para divulgar/debater as ideias que se vão construindo, seria o ideal. É que “ter” ideias e não saber transmiti-las ajuda pouco hoje, aqui e agora.
Aguardemos.
Construir ideias é excelente. Ideais também. Mas, para começar, construir um sítio na Internet para divulgar/debater as ideias que se vão construindo, seria o ideal. É que “ter” ideias e não saber transmiti-las ajuda pouco hoje, aqui e agora.
Aguardemos.
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quarta-feira, 30 de abril de 2008
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