segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Abanar a anca cinco minutos por dia nem sabe o bem que lhe fazia (XLIV)

OMFG..., a menina Azelia está de volta para a anca abanar. E com a "cena" do momento na Rede. Bomba..., agora é que "isto" nunca mais pára...; bora, tudo a abanar!

AZEALIA BANKS - HARLEM SHAKE REMIX from Rony Alwin on Vimeo.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Campo Contra Campo (CLXXI)

Lincoln, **** 

“Long time no see”, Mr. Spielberg. Sejamos breves e claros: este é, provavelmente, o melhor filme de Spielberg desde Munique, realizado em 2005. Sim…, 2005! 

Lincoln é mais um magnífico filme desta excelente colheita 2012. Filmado em pequenos quadros que juntos formam um brilhante mosaico, Lincoln, é mais do que uma brilhante lição de historia - ideia redutora e propagandeada pelos críticos do costume… 

Nalguns aspetos perfeito: na fotografia, na montagem. Na interpretação assombrosa de Daniel Day-Lewis. Valendo aqui o lugar-comum, sim, actor desaparece por completo na personagem, sim, é o vencedor antecipado do Oscar. 

Lincoln é também um excelente filme para ser visto e revisto pela geração “sacrifícios o caralho”. Mas apenas se conseguirem aprender algo com a lição…, se não…, fiquem quietinhos…., não se deem a esse sacrifício.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Querido blogue…

…não chores mais, vá. Eu sei que os outros dois malandros parceiros pensadores há muito te abandonaram. Eu sei que, por vezes, também eu sou mau para ti. Mas…, nem tudo está perdido, vês. Assim…, venho por este meio oferecer-te uma suave e doce melodia cantada por duas belas jovens asiáticas, possuidoras de uma tom de voz agradabilíssimo.


Aviso à navegação: isto é tão mau e tão giro que pode viciar com facilidade.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

“Isto vai sair-te caro”

Qual é o espanto? 

Um país que pariu o Buiça; o Otelo, o Soares, o Sócrates. O Relvas. O país dos azeiteiros, políticos e sociais. O país onde compadres e compadrios são a verdadeira Carta Constitucional. O país onde o mérito é uma mera nota de rodapé. O país onde os anos passam e ninguém aprende com os erros. Não aprendem nem querem aprender, sequer. 

Qual é o espanto? Este é o país dos Proenças. Porque não poderia ser do Pedro Proença. 

Infelizmente…, faltam-me palavras para descrever este verme, para caracterizar este espectro. 

Mas a culpa não é só dele. É nossa, de todos. Só peço e espero que o Sport Lisboa e Benfica faça uma coisa, uma única coisa: da próxima vez que “nos sair” o Proença assuma sem rodeios a falta de comparência. Só isso.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Campo Contra Campo (CLXX)

Argo (*****)

Argo é aquele filme que após o seu visionamento, deixamos de suspeitar, passando a ter a certeza, que algumas pessoas que nos rodeiam (em especial um “certo tipo” de críticos de cinema) não só não entendem nada do que vêem, como não percebem patavina sobre o assunto de que falam e de que escrevem. 

Argo é uma excelente surpresa. Confesso que não fora a sua Nomeação para os Oscars e as suas vitórias por toda a festa por onde tem passado, me teria passado completamente ao lado. 

Mas Argo é um grande filme. Tem um argumento monumental, um conjunto de protagonistas no ponto. Tem uma montagem e um ritmo perfeitos e uma realização surpreendente. Mais: Argo tem algo que até a certos grande filmes falta; uma capacidade anormal para envolver o espectador do primeiro ao último minuto e o “fazer torcer” por determinado desfecho. Sim…, é outro dos filmes cinco estrelas que se encontra em Sala. Só não vê quem não quer, quem não sabe ou ainda aqueles que se entretém a ver coisas para além da obra de arte em si – estes últimos nem críticos de cinema são…, são apenas seres delirantes, só isso. 

Agora compreendo por que raio Argo tem levado tudo o que é prémio para casa. Suspeito…, que na noite dos Oscars os tais seres delirantes vão dormir tarde e…, com muita azia.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

O casal perfeito?

Não gramo o Superbowl nem com molho de tomate. Mas não deixo de concordar que a coisa é um dos momentos do ano em diversos aspectos. Os anúncios de televisão serão certamente um desses aspectos. 

Aquele que alguns dizem ser “o anúncio mais polémico da noite de ontem” tem tanto de simples como de genial. Ora vejam lá…

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Campo Contra Campo (CLXIX)

Não posso deixar de escrever uma pequena nota sempre que vou ao cinema. Por puro egoísmo, aviso já. Escrever, um pequeno post que seja, ajuda-me a não esquecer o que vi. E ajuda-me ainda a recordar-me de quando vi. 

Ontem começou a corrida aos Óscares. Pelo menos a minha às salas de cinema onde os nomeados brilham. Brilham? Veremos… 

Antes de ir por ai... (e porque ainda estão em Cartaz) vi com prazer: Vertigo (*****), obra-prima sim mas dificilmente “o melhor filme de todos os tempos”; Skyfall (****), mais do que entretenimento mínimo garantido, bom argumento, fogo de artificio qb e algumas excelentes personagens; Reality (***), tentativa de Matteo Garrone de revisitar o neo-realismo italiano, bem filmado, algumas personagens interessantes com momentos geniais. 

Depois, bem depois vi dois filmas monumentais este fim-de-semana. Argo e Zero Dark Thirty. Lá iremos.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Quem dá uma ajuda?

Voluntários vão participar no sábado na limpeza de caminhos e remoção de árvores caídas no parque florestal do Monsanto, em Lisboa, onde a intempérie de há duas semanas causou a destruição de mais de 1.500 árvores.
A iniciativa é da associação Plantar Uma Árvore, que se associa aos serviços municipais do parque de Monsanto para remover “troncos e ramagens” e limpar os acessos, para mais tarde plantar novas árvores nas zonas mais afetadas.
“Após a passada intempérie [nos dias 18 e 19], estivemos no terreno e percorremos o parque e deparámo-nos com um cenário dantesco. O número estimado de perdas é superior a 1.500 árvores”, explicou o presidente da associação, Miguel Teles.
O responsável afirmou que este número é apenas “uma estimativa por alto”, porque atualmente ainda é difícil alcançar algumas zonas do parque.
“Boa parte das árvores que caíram são eucaliptos e cedros”, disse, acrescentando que os eucaliptos, que já estavam em final de vida e com 30 ou 50 metros de altura, ao cair, “arrastam várias árvores”, entre as quais “espécies autóctones e importantes, que crescem menos em altura e cuja perda custa mais”.
A prioridade agora é a limpeza das árvores caídas, já iniciada pelos serviços municipais, até porque este material “é perigoso” no verão, devido ao risco de incêndios.
Em meados de fevereiro, a associação realiza uma nova iniciativa, “Plantações em Família”, em que pretende plantar algumas espécies autóctones, como o carvalho alvarinho, oliveiras, sobreiros e alguns arbustos.
A participação está aberta a todos os cidadãos, que podem inscrever-se através do endereço emmonsanto@cm-lisboa.pt ou do telefone 21 817 02 00.
A organização apela aos participantes para que utilizem roupa e calçado apropriados e equipamentos de proteção individual, como luvas de trabalho, coletes refletores e eventualmente capacete.
[fonte]

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

No Oceano a salvação

Uma onda, um rider. Nazaré. Portugal. 

Quando terá sido a ultima vez que o “jardim à beira mar plantado” foi manchete por essa Europa fora por boas razões? 

Não sei, não sabemos. Sabemos sim que esta é capa do londrino The Times de hoje. Para quem está mais ou menos habituado a conviver diariamente com o mar à escala humana – se é que a expressão faz sentido – este é um momento de “mixed feelings”. 

É um processo difícil e algo doloroso, até. Mas devagar, devagarinho, os portugueses vão mudando a sua relação com o Oceano. Este não é mais o adamastor que levou maridos e filhos para novos mundos, primeiro, e para a Guerra Colonial depois. Uma viagem sem retorno na maioria das vezes. Mais de quinhentos anos depois de o oferecermos ao mundo, este, o mundo, ensina-nos lentamente, muito lentamente, a do Oceano tirar partido. 

Nada será como dantes na relação com o Oceano. Por estes dias escreve-se mais um capitulo de uma magnifica mudança de paradigma (ou de mentalidade, como desejarem). Felizmente somos espectadores privilegiados de tal processo. Saibamos pois estar ao nível de tal empresa.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

O partido LOL não para

Para tristeza de muitos este governo governa. Mal ou bem é questionável. Mas lá que governa, governa. Decide, avança. Alguns esforçam-se por nos fazer querer que é para o abismo que nos leva. Pois sim… 

Já no partido LOL o triste espetáculo é diário. Hoje teve mais um episódio delicioso. É ler aqui (link) se fizerem favor. 

Se, ao fim deste tempo todo como oposição e perante o putativo cenário dantesco que os tais “soldadinhos socialistas” têm apregoado por ai incessantemente, nem entre ele se entendem…, querem eles governar? 

Pá..., menos! Se acham este Governo mau…, experimentem voltar a meter-se (e a “lá meter”) os trapalhões do LOL, o partido. Experimentem…, mas depois não se queixem, ok?

"O azedume dos soldadinhos socialistas"

"Mais dinheiro, mais tempo e o azedume dos soldadinhos socialistas"..., leitura obrigatória para este post de José Mendonça da Cruz no Corta-fitas (link).