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quarta-feira, 21 de novembro de 2007
Maçarico e maçaricos
terça-feira, 19 de junho de 2007
Começa a cheirar mal 4
O ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Mário Lino, afirmou esta terça-feira que «do nosso ponto de vista essa solução [«Portela+1»] não é uma solução viável. Não tenho nenhum estudo, nenhum trabalho feito por pessoas com credibilidade e devidamente fundamentado que prove o contrário». O ministro disse ainda que só conhece «documentos, estudos que foram feitos por especialistas, alguns até de nível internacional, que não recomendam que vamos por essa solução, que não é viável nem do ponto de vista operacional nem do ponto de vista económico financeiro» (sublinhado nosso).
- "Não recomendam que vamos por essa solução" é diferente de dizer que "recomendam que não vamos por essa solução" não é?;
- Já agora, que estudos é que afastam a ainda-mais-barata-que-Alcochete solução Portela+1? Estão disponíveis nalgum sítio?
- Conhece Lino as opiniões de quem defende que a operação Portela+1 é possível, como no caso de Alverca?
segunda-feira, 18 de junho de 2007
Começa a cheirar mal 2
Começa a cheirar mail 1
terça-feira, 12 de junho de 2007
Se cá nevasse...
Vi na televisão uma dirigente da Quercus afirmando que em Alcochete, se não houvesse campo de tiro, a área ocupada por essa infraestrutura seria uma reserva natural...
Ou seja: aquilo para largar bombas é bom, mas para "largar" aviões é mau!
sexta-feira, 8 de junho de 2007
Putin propõe localização alternativa...
Consta que Mário Lino, ao ouvir essa notícia, ainda tremeu, mas depois viu que afinal tratava-se da localização do escudo anti-míssil americano e não da Ota.
quinta-feira, 5 de abril de 2007
uma boa solução
O João Miranda, do Blasfémias, apresenta uma solução interessante para o "Otagate":
«Seleccionava-se um local para o novo aeroporto que permitisse a expansão até 50 ou 60 milhões de passageiros, a construção seria faseada e por módulos e com uma primeira fase de construção de baixo investimento. Manter-se-ia a Portela operacional após 2017. Inaugurava-se a primeira fase do novo aeroporto no ano em que a Portela ficava saturada, e apenas para complementá-la. Via-se como o mercado reagia a cada um dos dois aeroportos, e se continuasse a preferir a Portela, mantinha-se esta e se não avançava com novas fases do novo aeroporto. Se por outro lado, o mercado desse sinais de que prefere o novo aeroporto iniciar-se-iam as fases seguintes da construção do novo aeroporto e desactivava-se a Portela progressivamente, por fases ao longo de várias décadas. (...)» (adaptado)
Só que, além das vantagens enumeradas no post, esta "Portela+1 v. 2.0", a verdade é que há muitos inconvenientes:
- Não se constrói logo a estação "aeroporto" do TGV, o que deve aborrecer muita gente;
- Não se constrói logo o aeroporto completo, o que deve aborrecer muita gente;
- Não se liberta a Portela para urbanizar, o que deve aborrecer muita gente, mais para mais, estando quase a abrir a estação do metropolitano "aeroporto",
- Não se constrói logo a "cidade aeroportuária" (já repararam no brilho nos olhos dos licenciados-em-engenharia-inscritos-na-ordem-dos-engenheiros cada vez que se fala nisso?), o que deve aborrecer muita gente;
- Não se encomendam todos os estudos técnicos destinados a exaurir de qualquer responsabilidade política o responsável político pela decisão de construir, o que deve aborrecer muita gente;
- O projecto carecerá de menos dinheiro inicialmente, o que aborrecerá muita gente.
sexta-feira, 23 de março de 2007
Vendam a base do Montijo ao BES...
... pode ser que assim que lhes compense não fazer o aeroporto na Ota e dar cabo da TAP e do Turismo em Lisboa...
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