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domingo, 11 de maio de 2008

O último 10 (III)

Daqui a pouco lá estarei, no Estádio da Luz, a prestar a minha homenagem a um camarada benfiquista. Espero que possas continuar a tua carreira de sucesso ao serviço do nosso clube, e que contribuas para o Benfica recuperar a sua alma composta de genica e vitórias.
Rui, não espero menos de ti.
Eu sou benfiquista,
com muito orgulho,
com muito amor!

O último 10 (II)

Por muitas camisolas que vistas, esta será sempre tua.

O último 10

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

Ataca Benfica, ataca

Apesar de todos os comentários aqui (link) deixados, bem como as mensagens via correio electrónico e os sms que recebi comentando esse post, me merecerem idêntico respeito, irei apenas responder ao confrade Quetzal Guzman pois quer me parecer ser o comentário mais equilibrado de todos.
Caro amigo, tens razão, acho que exagerei nalguns aspectos, nomeadamente na forma como valorei os gestos do Rui. Mas ainda bem que o fiz.
As unanimidades são perigosas. E com aquele post reparo que existe uma unanimidade absurda e quase irracional em torno do “maestro” do “super” do “mágico” do “grande” Rui Costa.
De vacas sagradas está o inferno da Luz cheio. O Rui Aguas também era um grande benfiquista, o João Pinto também era um grande benfiquista. Quando tiveram de ir à sua vida foram e o Benfica ainda cá anda. E de vez em quando até ganha umas coisas.

Por mim encerro aqui esta flame, agradecendo sem excepção todas as visitas e comentários – mesmo os vagamente insultuosos –, até porque em breve teremos mais com que nos preocupar.
Que o meu próximo post sobre o Benfica seja igualmente sobre o desagrado com a forma com que um jogador nosso comemorou os golos da vitoria frente ao Leixões no Bessa, onde espero encontra-los a todos a apoiar o Benfica.

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

Não te devo rigorosamente nada, Rui

Ontem, apetecia-me dizer muita coisa sobre o jogo do Benfica. Esperei doze horas. Com sorte e uma boa noite de sono podia ser que passasse. Não passou. Mas prefiro continuar a "morder o pano". Contudo há algo que não posso calar.
A forma como Rui Costa comemorou o seu segundo golo é infame. O pormenor, com a máxima importância, talvez tenha escapado a todos os que viram o jogo pela televisão e a muitos dos eufóricos que estavam no estádio (ainda não sei o que os jornais dizem mas a capa d' A Bola dá uma boa pista).
Rui, após arrancar o segundo remate certeiro da noite, corre para o canto do Topo Sul junto aos No Name, olha para o "Tribunal" lá em cima no Terceiro Anel, despe a camisola, cerra o punho, bate com ele no peito e mostra-o ao Povo encarnado, repetindo varias vezes o gesto. O Rui conhece os cantos à casa. Sabe bem onde se deve dirigir para passar a sua mensagem.
Olha Rui. Quero dizer-te que nem eu, nem qualquer outro Benfiquista te deve nada. Ao contrario, Rui, tu deves-nos tudo. Tudo! Ao marcares os dois golos da vitoria frente a um adversário medíocre nada mais fizeste que a tua obrigação. É para isso que todos nós te pagamos o vencimento.
Não dispas a camisola, Rui. E não cerres o punho ao Terceiro Anel. Benfiquistas somos nós, Rui. Tu és mais um. Só mais um que o fado da vida colocou de águia ao peito. E bem vistas as coisas és quase tão medíocre como todos os outros que por lá andam.
Rui: fizeste um jogo de merda, tal como os teus colegas. És o mais velho. Dá te ao respeito. Ensina os mais novos. Sê humilde. Serve o Benfica.
Rui: vai cerrar o punho para a meretriz que te pariu. Tu não és nada.
O Benfica somos nós!