"The Crime"
All I have is the moment of my life. You,
You took a more-than-a-moment away.
Delighted laughing,
You and I lonely by the Supreme Court
Wondered what hell was.
Hell to me was a girl whose lonely body
Needed me, some place, to be lonely
With her.
Hell to you was the difficult, problems
Of getting there.
How in hell that we live in can we write it?
Long scripts, was the phrase that I suggested.
No, you said, the scripts of our lives are longer.
What is our life, then?
We African-Americans, loneliness of heart and body,
Black, sick at the beauty of the body,
Men and women and children we leave each
Other, lonely,
Darryl, you said lonely.
What is life? say the drunk in Mount Vernon.
What is everlasting?
Where are you, Darryl, I asked, and what the
Hell good does
It do me the breaking?
The trees shrunk under the swelling sky.
We grow smaller as the sky opens.
The young men fall down on their faces.
The pain falls down on their faces.
The girls rise.
It still looks like the winter and summer never
Changes.
I pull my hat down, I say the hell with it, mainly
Because I know
That this is spring, winter, are fall.
The wall’s coils all over what I can see of
New York City or New Jersey,
And somebody is crying in darkness that I
Cannot see though I want
--Listen you didn’t give me time enough to live
The true life that I love to live. Even the
Air that I breathe is a crime?»
Darryl Phelps
terça-feira, 22 de novembro de 2005
PALETA DE PALAVRAS XXXV
segunda-feira, 21 de novembro de 2005
Concerto dos Sigur Rós
Que mais posso dizer de verdadeiro e profundo sobre os Sigur Rós, para além de tudo o que já disse sobre eles, neste blogue e no meu anterior, o Ad Libitum? É o eterno problema da sinceridade continuada: depois da primeira, ou da segunda, deixa de ter piada e, consequentemente, ninguém nos leva a sério!
Ontem, no concerto, só fui incapaz de compreender o facto de se «charrar» ao som daquela genial música que nos faz temer o início infernal do fim da vida, tal será as saudades desta poção sonora. Na verdade, quanto aos «charrados», das duas uma: ou não conhecem a música ou são extremamente viciados na ilusória cannabis. Quem não fica mocado com este som islandês?! Confesso que foi o que mais me intrigou no concerto, juntamente com o mistério da queda do manto branco sobre o palco, já a final, que só conseguiu parar até meio!
Duma coisa, contudo, não duvido. Este grupo vai acompanhar-me até ao resto dos meus dias. Não encontro melhor expressão para definir a minha admiração. Fanático não sou, não tenho jeito nem feitio para radicalismos. A haver, passa apenas por comprar todos os discos onde eles participem (de autoria e participados). Em rigor, sou mais um escuteiro, onde quer que eles estejam ao meu alcance, terão sempre o meu estado de alerta, seja na rua, no carro ou nos media, seja em conversa de família, amigos ou colegas. Penso que é este, em essência, o significado do companheirismo que falei. Tal como me acompanharão Lisa Gerrard, Nina Simone, Craig Armstrong, Ludovico Eunaidi, Abrunhosa (a costela portuguesa desta lista), Bliss, Wim Mertens, Damien Rice, entre outros poucos.
Será que, para além da minha dedicação, têm algo em comum?
A resposta leva-nos ao grande mistério da capacidade humana de atingir a felicidade por um momento...de música.
NCR
Ontem, no concerto, só fui incapaz de compreender o facto de se «charrar» ao som daquela genial música que nos faz temer o início infernal do fim da vida, tal será as saudades desta poção sonora. Na verdade, quanto aos «charrados», das duas uma: ou não conhecem a música ou são extremamente viciados na ilusória cannabis. Quem não fica mocado com este som islandês?! Confesso que foi o que mais me intrigou no concerto, juntamente com o mistério da queda do manto branco sobre o palco, já a final, que só conseguiu parar até meio!
Duma coisa, contudo, não duvido. Este grupo vai acompanhar-me até ao resto dos meus dias. Não encontro melhor expressão para definir a minha admiração. Fanático não sou, não tenho jeito nem feitio para radicalismos. A haver, passa apenas por comprar todos os discos onde eles participem (de autoria e participados). Em rigor, sou mais um escuteiro, onde quer que eles estejam ao meu alcance, terão sempre o meu estado de alerta, seja na rua, no carro ou nos media, seja em conversa de família, amigos ou colegas. Penso que é este, em essência, o significado do companheirismo que falei. Tal como me acompanharão Lisa Gerrard, Nina Simone, Craig Armstrong, Ludovico Eunaidi, Abrunhosa (a costela portuguesa desta lista), Bliss, Wim Mertens, Damien Rice, entre outros poucos.
Será que, para além da minha dedicação, têm algo em comum?
A resposta leva-nos ao grande mistério da capacidade humana de atingir a felicidade por um momento...de música.
NCR
AminA e Sigur Ros, ontem, no Coliseu de Lisboa
Comecemos pelo principio, que é sempre um local bom para começar.
Estas raparigas vieram do Frio...

…para ajudar a aquecer o nosso coração no meio da tempestade que se abateu sobre o Sul.
Ok deixando os lirismos para mais tarde, as AminA forão uma excelente surpresa. Musica que baila entre o minimalismo, e uma electronica soft, havendo espaços lúcidos de cordas profundas e sons recuperados a um passado circense como um serrote gigante e aqueles copos de cristal a inundar uma sala atenta mas contente com a surpresa. De movimentos graciosos e uma timidez incomum as AminA acabaram o seu espectáculo “em festa muito anos 80”, com sons electro-pop. Lindas meninas!

Dos meninos não vou dizer muito, porque simplesmente não sei!
Antes do concerto conhecia muito mal a musica dos Sigur Ros..., não era um fan em todo o sentido do termo.
A musica dos Islandeses, para mim, é inclassificável. Não a a sei definir. Só sei que o concerto de ontem mostrou uma banda que sabe hipnotizar a audiência, tocando de forma a que a ordem conduza ao caos e vice versa em poucos segundos..., tudo com uma simplicidade assustadora. Adorei!
PSL
Estas raparigas vieram do Frio...

…para ajudar a aquecer o nosso coração no meio da tempestade que se abateu sobre o Sul.
Ok deixando os lirismos para mais tarde, as AminA forão uma excelente surpresa. Musica que baila entre o minimalismo, e uma electronica soft, havendo espaços lúcidos de cordas profundas e sons recuperados a um passado circense como um serrote gigante e aqueles copos de cristal a inundar uma sala atenta mas contente com a surpresa. De movimentos graciosos e uma timidez incomum as AminA acabaram o seu espectáculo “em festa muito anos 80”, com sons electro-pop. Lindas meninas!

Dos meninos não vou dizer muito, porque simplesmente não sei!
Antes do concerto conhecia muito mal a musica dos Sigur Ros..., não era um fan em todo o sentido do termo.
A musica dos Islandeses, para mim, é inclassificável. Não a a sei definir. Só sei que o concerto de ontem mostrou uma banda que sabe hipnotizar a audiência, tocando de forma a que a ordem conduza ao caos e vice versa em poucos segundos..., tudo com uma simplicidade assustadora. Adorei!
PSL
Fim de fim de fim de semana
Houve um pouco de tudo...
Surpresas de ultima hora. Cinema medíocre (lá iremos...). Uma praia abrigada com ondinhas tortas mas divertidas algures numa baia “já ali alem”. Um jantar excelente, muito bem regado como “sangue do Dão” que acabou ao som de Radio Macau, Ban e Grupo do Baile. O Cozido à Portuguesa da Mama para “pequeno almoço de Domingo” e à noite um som que nos embala e nos leva do Céu ao Paraíso em poucos segundos (também lá iremos...). E hipnotiza ...
Houve um pouco de tudo este fim de semana.
Mas houve muito mais que ficou por fazer.
Deste vez “os prazeres” venceram “os deveres”. De goleada!
PSL
Surpresas de ultima hora. Cinema medíocre (lá iremos...). Uma praia abrigada com ondinhas tortas mas divertidas algures numa baia “já ali alem”. Um jantar excelente, muito bem regado como “sangue do Dão” que acabou ao som de Radio Macau, Ban e Grupo do Baile. O Cozido à Portuguesa da Mama para “pequeno almoço de Domingo” e à noite um som que nos embala e nos leva do Céu ao Paraíso em poucos segundos (também lá iremos...). E hipnotiza ...
Houve um pouco de tudo este fim de semana.
Mas houve muito mais que ficou por fazer.
Deste vez “os prazeres” venceram “os deveres”. De goleada!
PSL
Fim de fim de semana

Foto: Autor desconhecido.
PSL
sexta-feira, 18 de novembro de 2005
Para quando, a curto-prazo, em Portugal?
Damien Rice
Já escrevi no Arcadia um denso post sobre Damien Rice e reitero cada pixel de todas as suas letras. A música de Damien Rice acima de tudo obriga-nos a olhar para nós para baixo de qualquer palanque, tarefa tão difícil mentalmente, quanto a raridade com que o fazemos. É uma música que nos tira de qualquer brincadeira, que nos faz parar para não pensar, que leva-nos a olhar para a terra que pisamos, em vez de nos atirarmos para o céu a invocar estrelas e a sonhar com um futuro idílico. É mais ou menos assim que vejo a música de Damien. Provavelmente não é esse o seu objectivo, mas quem escreve uma letra como a de Cold Water ou Eskimo, tem o dom da polissemia sonora. Basta lerem de seguida, e ouvirem aqui:
cold water
cold cold water surrounds me now
and all i've got is your hand
lord can you hear me now?
or am i lost?
no one's daughter allow me that
and I can't let go of your hand
lord, can you hear me now?
or am i lost?
don’t you know i love you
and I always have
hallelujah
will you come with me?
cold cold water surrounds me now
and all i've got is your hand
lord.. can you hear me?
or am i lost?
eskimo
tiredness fuels empty thoughts
i find myself disposed
brightness fills empty space
in search of inspiration
harder now with higher speed
washing in on top of me so
i look to my eskimo friend when i’m down down down
rain it wets muddy roads
i find myself exposed
tapping does but irritate
in search of destination
harder now with higher speed
washing in on top of me so
i look to my eskimo friend when i’m down down down
E porque espero um fim-de-semana com ondas, aqui vai a propósito. Esqueçam o filme, 'oiçam' a maresia desta letra.
Bons livros, boas músicas e um fim-de-semana como querem que ele seja,
NCR
Já escrevi no Arcadia um denso post sobre Damien Rice e reitero cada pixel de todas as suas letras. A música de Damien Rice acima de tudo obriga-nos a olhar para nós para baixo de qualquer palanque, tarefa tão difícil mentalmente, quanto a raridade com que o fazemos. É uma música que nos tira de qualquer brincadeira, que nos faz parar para não pensar, que leva-nos a olhar para a terra que pisamos, em vez de nos atirarmos para o céu a invocar estrelas e a sonhar com um futuro idílico. É mais ou menos assim que vejo a música de Damien. Provavelmente não é esse o seu objectivo, mas quem escreve uma letra como a de Cold Water ou Eskimo, tem o dom da polissemia sonora. Basta lerem de seguida, e ouvirem aqui:
cold water
cold cold water surrounds me now
and all i've got is your hand
lord can you hear me now?
or am i lost?
no one's daughter allow me that
and I can't let go of your hand
lord, can you hear me now?
or am i lost?
don’t you know i love you
and I always have
hallelujah
will you come with me?
cold cold water surrounds me now
and all i've got is your hand
lord.. can you hear me?
or am i lost?
eskimo
tiredness fuels empty thoughts
i find myself disposed
brightness fills empty space
in search of inspiration
harder now with higher speed
washing in on top of me so
i look to my eskimo friend when i’m down down down
rain it wets muddy roads
i find myself exposed
tapping does but irritate
in search of destination
harder now with higher speed
washing in on top of me so
i look to my eskimo friend when i’m down down down
E porque espero um fim-de-semana com ondas, aqui vai a propósito. Esqueçam o filme, 'oiçam' a maresia desta letra.
Bons livros, boas músicas e um fim-de-semana como querem que ele seja,
NCR
PALETA DE PALAVRAS XXXIV
«Em situações de grandes distúrbios sociais, as populações viram-se para quem mostra firmeza. As ladainhas que tentam desculpabilizar os desordeiros invocando postulados sociológicos não colhem – as populações não querem melopeias estéreis, querem acção, querem firmeza. Sempre foi assim. A seguir ao Maio de 1968, quando os lunáticos do pensamento sociológico pensavam que a França estava ganha para a esquerda, as eleições saldaram-se numa vitória estrondosa da direita»
Joana, no blog Semiramis
...É precisamente o que falta à Esquerda (no sentido - quase - indeterminado actual do termo): a firmeza da adversidade social, na esquerda, só se encontra na concepção liberal.
NCR
Joana, no blog Semiramis
...É precisamente o que falta à Esquerda (no sentido - quase - indeterminado actual do termo): a firmeza da adversidade social, na esquerda, só se encontra na concepção liberal.
NCR
quinta-feira, 17 de novembro de 2005
Underdogging....
«Cavaco não responde a nenhuma pergunta difícl»
«Cavaco quer vingar derrota face a Sampaio»
«Cavaco existe mal consigo próprio»
«Cavaco furta-se ao diálogo»
«Cavaco não é comunicativo»
«Cavaco tem uma concepção de democracia muito pouco estruturadada»
«Cavaco só escreve sobre economia e finanças»
«Cavaco Silva tem medo de se assumir como político profissional»
«Cavaco tem três reformas, uma como político profissional»
«Cavaco é complexado»
«Cavaco é inflexível»
«Cavaco é hirto e distante»
Soares não está obcecado, nada disso, Soares está DESESPERADO!... é que o silêncio da réplica de Cavaco é como uma espada perfurante na campanha de Soares, que quanto mis fundo avança, mais sangue jorra.
No final, este é o resultado mais previsível: um será frito, o outro cantará de galo!

NCR
«Cavaco quer vingar derrota face a Sampaio»
«Cavaco existe mal consigo próprio»
«Cavaco furta-se ao diálogo»
«Cavaco não é comunicativo»
«Cavaco tem uma concepção de democracia muito pouco estruturadada»
«Cavaco só escreve sobre economia e finanças»
«Cavaco Silva tem medo de se assumir como político profissional»
«Cavaco tem três reformas, uma como político profissional»
«Cavaco é complexado»
«Cavaco é inflexível»
«Cavaco é hirto e distante»
Soares não está obcecado, nada disso, Soares está DESESPERADO!... é que o silêncio da réplica de Cavaco é como uma espada perfurante na campanha de Soares, que quanto mis fundo avança, mais sangue jorra.
No final, este é o resultado mais previsível: um será frito, o outro cantará de galo!

NCR
quarta-feira, 16 de novembro de 2005
O passado como presente!
“(...)cumpre assinalar, com a devida ênfase, que as infra-estruturas da Polícia Judiciária atingiram há muito o seu ponto critico, havendo que buscar resposta para o relativo prestigio que conserva na excepcional dedicação e brio de parcela apreciável dos seus elementos, que se multiplicam numa luta árdua contra a onda de criminalidade que se regista.
Funcionários (...) dignos, não só de uma palavra de congratulação, como ainda de condições mínimas de trabalho que lhes permitam pôr ao serviço da comunidade, com eficiência e prontidão, as suas potencialidades(...)”
Estas palavras não foram escritas hoje, nem ontem, nem há um ano atras, nem sequer há vinte. Estas palavras forma escritas há mais de vinte e oito anos.
Sim há mais de vinte e oito (28!!!) anos!
Estávamos a 2 de Setembro de 1977, Mário Soares (iiiirra que o homem é mesmo antigo) era Primeiro Ministro e Ramalho Eanes Presidente desta Republica.
O decreto-lei 364/77 restruturava a Polícia Judiciária.
Abstenho-me de fazer mais comentários...
PSL
Funcionários (...) dignos, não só de uma palavra de congratulação, como ainda de condições mínimas de trabalho que lhes permitam pôr ao serviço da comunidade, com eficiência e prontidão, as suas potencialidades(...)”
Estas palavras não foram escritas hoje, nem ontem, nem há um ano atras, nem sequer há vinte. Estas palavras forma escritas há mais de vinte e oito anos.
Sim há mais de vinte e oito (28!!!) anos!
Estávamos a 2 de Setembro de 1977, Mário Soares (iiiirra que o homem é mesmo antigo) era Primeiro Ministro e Ramalho Eanes Presidente desta Republica.
O decreto-lei 364/77 restruturava a Polícia Judiciária.
Abstenho-me de fazer mais comentários...
PSL
tásapecber
No Norte e Centro dizem que o pessoal de Lisboa não fala Português, mas sim um dialéctico macarrónico, onde as letras são “comidas”.
Se calhar têm razão!
Hoje, um pouco por todo o lado, em conversas de café ou corredor – mas nem só - a expressão “estás a perceber?”, surge cada vez mais dita como um “tásapecber”.
Num tom mais exclamativo do que interrogativo.
É a língua em movimento...
PSL
Se calhar têm razão!
Hoje, um pouco por todo o lado, em conversas de café ou corredor – mas nem só - a expressão “estás a perceber?”, surge cada vez mais dita como um “tásapecber”.
Num tom mais exclamativo do que interrogativo.
É a língua em movimento...
PSL
terça-feira, 15 de novembro de 2005
segunda-feira, 14 de novembro de 2005
N PERGUNTAS XIII
Quando é que irei "abanar o capacete" (expressão indubitavelmente portuguesa, pois com certeza)? Eu sei que isto não é pergunta que se faça a uma segunda-feira, ou então é-se masoquista! Mas vinha com esta ideia hoje de manhã no carro. E tudo por causa de me ter chateado com os meus CD e a minha rádio de eleição, a Radar. Arrufo de namorados. Hoje disse que seria diferente e pronto, cai na infidelidade e pus-me a ouvir rádios inaudíveis, tipo Capital FM, Radio Nova, Mix FM,... foi mesmo diferente! Daqui à presente interdita pergunta foi um passo de dança...mais do que mental!
Na verdade, as dicotecas é como aquelas salas escuras das feiras populares, onde nunca sabemos o que vamos encontrar, quem vamos encontrar, que música tocará e, a qualquer momento, uma mão ou um braço (ou um rosto à sorriso de palhaço rico) nos cai em cima como pedras de gelo nos benditos néctares. Portanto, as discotecas são uma espécie de (Novas) Descobertas dos caminhos insondáveis da urbanidade por via terrestre; é pôr a mochila às costas e partir para a aventura noctívaga dos ainda templos das vaidades. E um dos segredos, para mim, é precisamente por ser das poucas 'oportunidades' (e vontades, a bem dizer) que tenho de ouvir música que não é costume ouvir. E como qualquer ser humano aterroado, quem não gosta de regar o bofe (expressão indubitavelmente portuguesa, pois com certeza)?
E não é por ser segunda-feira, Give It Away!
Bom-dia!
NCR
Na verdade, as dicotecas é como aquelas salas escuras das feiras populares, onde nunca sabemos o que vamos encontrar, quem vamos encontrar, que música tocará e, a qualquer momento, uma mão ou um braço (ou um rosto à sorriso de palhaço rico) nos cai em cima como pedras de gelo nos benditos néctares. Portanto, as discotecas são uma espécie de (Novas) Descobertas dos caminhos insondáveis da urbanidade por via terrestre; é pôr a mochila às costas e partir para a aventura noctívaga dos ainda templos das vaidades. E um dos segredos, para mim, é precisamente por ser das poucas 'oportunidades' (e vontades, a bem dizer) que tenho de ouvir música que não é costume ouvir. E como qualquer ser humano aterroado, quem não gosta de regar o bofe (expressão indubitavelmente portuguesa, pois com certeza)?
E não é por ser segunda-feira, Give It Away!
Bom-dia!
NCR
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