quarta-feira, 13 de outubro de 2010

À espera de ondas

O que, bem vistas as coisas, não é mau de todo, pois há quem passe uma vida inteirinha à espera de rigorosamente nada!

PS: Ainda assim, tal como ontem, acabei de abraçar durante mais de duas horas o Cantinho da Baia.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Momentos…

…do dia; existem outros, mas ou não estão filmados ou…, não devem ser mostrados.



sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Onde está o Wally?

Ontem foi assim; raparigas valentes; e estupendas.
Como será amanhã e depois, sabendo nós o que as profundezas do atlântico nos vão trazer?



...já agora, rapazes, não deixem de ver este clip até ao fim; ou saltem para lá directamente se tiverem com pressa (e pelo meio vejam lá se descobrem este wally que vos escreve, eheh).

Lido por ai

Quem votou no PS devia ter o spread agravado, pagar o IVA a 27 %, descontar 10 por cento do seu vencimento à cabeça, pagar taxas moderadoras em dobro, o passe em dobro, a água, a luz e o gaz em triplo. Já os militante do PS deviam ceder os seus empregos a quem está desempregado e pedir desculpa.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Que nojo de festa, pá!

Tenho dificuldade em discernir quem faz o papel mais ridículo.
Serão os manifestantes ou os contra-manifestantes? Serão os pidezecos de algibeira que retiram as mascaras aos manifestantes? Ou o Tiririca que discursa? Ou serão os figurantes que batem palminhas a este?
Tudo isto é tão triste…

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Rui Moreira abandona em directo o programa Trio d'Ataque

Rui Moreira abandona em directo o programa Trio d'Ataque quando António Pedro de Vasconcelos dizia, de uma forma até genérica, o conteúdo das últimas escutas a Pinto da Costa que foram divulgadas através do Youtube. Parece que, para além do significado de "fruta", que já toda a gente conhece, era utilizada a expressão "jantar" quando se pretendia espancar alguém.
Agora, um intervalo longo com um programa sobre Natureza para encher chouriços.
Rui Moreira deve estar a negociar o seu regresso ao programa. Não deve ser difícil, já que a RTP é o único órgão de comunicação social que procurou descortinar o penalty fantasma de que fala Villas Boas.
Em síntese: Rui Moreira, que anda indeciso sobre se "atacará" a presidência do FC Porto (Salvador cuida-te...) ou a Câmara Municipal da Invicta, é incapaz de se pronunciar sequer sobre "his master's voice"...

Os erros de sempre

Um vôo sobre a blogosfera monárquica & bragancista revela que os monárquicos de hoje se comportam como os monárquicos que precipitaram o poder republicano e até como os republicanos que precipitaram o poder militar.
Não se libertam dos traumas de sempre e acreditam que uma restauração monárquica bragancista trará, a uns, títulos e sinecuras, e a outros o regresso a uma era dourada que só existe nos contos de fadas.
Os bragancistas comparam a adesão popular às comemorações do 5 de Outubro à missa do Papa Bento XVI e rejubilam. Esquecem manifestações populares espontâneas como por exemplo a festa na Rotunda e Avenidas Novas aquando da última conquista benfiquista...
Os bragancistas censuram os gastos com as comemorações do 5 de Outubro e esquecem-se que o Estado pagou € 200.000,00 só no altar da missa de Bento XVI no Terreiro do Paço, que serviu para uma única ocasião.
Os republicanos, por outro lado, continuam a imputar no passado monárquico todos os males e todas as causas de males de que padece Portugal, como se não tivessem passado 100 anos...
Na Praça do Município, em Lisboa, os "nobres" republicanos estavam afastados da populaça, tinham direito a cadeirinha, a resguardo do sol, vinham em carro oficial e nem pensar em atravessar a pé qualquer espaço que não esteja devidamente "higienizado".
A conclusão?
De entre monárquicos bragancistas e republicanos, o problema são os que se julgam nobres, as pseudo-elites que destroem Portugal desde há 200 anos...

No Centenário da República

Hoje é um dia triste.
Não muito diferente dos últimos dias, das ultimas semanas, dos últimos meses, dos últimos anos, até.
A República Portuguesa encontra-se gravemente doente. Politica, económica, socialmente. Há anos. Ainda assim há quem ínsita em lhe dar vivas.

Arranjei uma forma singela de comemorar a data. Aqui no trabalho o feriado não “era meu”. Pedi-o para mim ao seu dono. Trabalho no 5 de Outubro de 2010 e a República ainda me paga uma bela maquia para isso. Digamos que é o preço que lhe cobro pela minha tristeza.

Não é necessário ser muito inteligente. Qualquer nababo que um dia tenha perdido alguns minutos a pensar (despido de preconceitos e de pré-conceitos) na forma de governo, facialmente chegará à conclusão que não há (nunca houve nem sequer haverá) melhor do que a Monarquia Parlamentar Constitucional.

Isto não tem nada a ver com pessoas. Tem a ver com ideias. Mas como sabemos é cada vez mais difícil de debater estas em vez daquelas.

Sinceramente…, para este e outros peditórios já dei! Estou a envelhecer – bastante mais rápido do que gostaria –, e cada vez me importa menos o que se passa neste denso e pérfido lamaçal em que se tornou Portugal.

Parece que um antigo professor de Harvard terá dito um dia: “se pensam que a educação é cara, experimentem a ignorância”. A ignorância do Portugal contemporâneo, da República dos “Ídolos” e da “Casa dos Segredos”, da República do Partido Socialista e do “inglês técnico”, da República da corrupção no deporto, na politica, na educação, na República do facilitismo, na República dos lazeres e dos prazeres…, a ignorância do Portugal contemporâneo, dizia eu, vai nos – a todos! – sair caríssima.

Naturalmente, vai cheirando cada vez mais a fim de regime. A República está à beira da bancarrota, do incumprimento, do mandar vir e não ter para pagar. Há fome, desassossego, protesto social. Onde é que já vimos? E ainda será pior…, terrivelmente pior.

É a este mutante, a esta hydra, a este bicho-de-sete-cabeças que querem continuar a dar vivas? Ora essa, sempre fui um liberal. Eu junto-me a vocês e à demais “Orquestra do Titanic”: Viva Portugal! Viva a República!

Viva o 5 de Outubro!

Viva o 5 de Outubro!
Uns gostarão do de 1910, em que se implantou a República, todos gostarão do de 1143, em que a Independência Nacional foi reconhecida pelo Tratado de Zamora.
No que é importante: é uma data comemorada por todos quantos amam Portugal.
Viva Portugal!