Buenos Aires nao e so tango, vida cosmopolita, vaca no carvao e malbec. Buenos Aires e tambem paixao e rivalidade futebolistica. Os do River andam tristonhos e cabisbaixos. Por outro lado os bosteros andam loucos para que amanha chegue logo, pois querem festejar a conquista de mais um torneio de abertura. Sempre me senti mais Boca que River e apos a visita de hoje a uma das mais emblematicas catedrais do desporto-paixao os bosteros terao para sempre um cantinho especial no meu coracao encarnado branco.
PSL
sábado, 9 de dezembro de 2006
sexta-feira, 8 de dezembro de 2006
Siga la buena vida
Afinal nao esta calor (desisti do rigor ortografico...). Esta muito calor!
Afinal quem me disse que nao valia a pena perder (!) muito tempo com a capital federal ou estava louco ou a viu mal...
Buenos Aires (por ca hoje tambem foi feriado...) e uma cidade vibrante. De gente e de arquitectura neo-classica. Talvez daqui por uns bons duzentos anos se perceba que a capital Argentina e um icon arquitetonico. E eu ainda vi muito pouco...
Para ja, siga la vaca.
PSL
Afinal quem me disse que nao valia a pena perder (!) muito tempo com a capital federal ou estava louco ou a viu mal...
Buenos Aires (por ca hoje tambem foi feriado...) e uma cidade vibrante. De gente e de arquitectura neo-classica. Talvez daqui por uns bons duzentos anos se perceba que a capital Argentina e um icon arquitetonico. E eu ainda vi muito pouco...
Para ja, siga la vaca.
PSL
Está calor!
Buenos Aires: Está calor, é! Depois de quase dezoito horas de avioes e aeroportos por aqui me quedo durante umas noites antes do fim do mundo, que me dizem ser afinal o principio do mesmo.
Hoje li seis jornais seis. E entre El Mundo, El Pais, ABC, A Bola e a versao internacional do Herald tribune acho que o Publico se safa mesmo muito bem...
PSL
Hoje li seis jornais seis. E entre El Mundo, El Pais, ABC, A Bola e a versao internacional do Herald tribune acho que o Publico se safa mesmo muito bem...
PSL
quinta-feira, 7 de dezembro de 2006
Aprender cultura da Patagónia para fazer benefício glorioso à nação portuguesa
Vou ali até ao fim do mundo...
ESPUMAS XXXIII
Talvez aquele homem não conheça a fundo tudo o que diz, mas a regra nunca confirma a excepção. Tinha uma forma muito própria de comunicar o sentido das suas palavras, raramente atingindo a sabedoria do que ficava por dizer. O silêncio tinha uma voz própria no contexto dos seus discursos. Ouvia-se o que estava para além do modo assertivo como combinava a palavra e a respectiva postura coloquial de cada uma. Desafiava a plateia como ninguém e era tão fácil entendê-lo. Fluíam as ideias no espaço por onde deambulavam os tiros de raciocínio das pessoas que assistiam à sua prelecção. O seu lema catalogava-se na arte de fundamentar um pensamento de cada vez. Rubrica difícil de entender, apesar de não ser surpresa nele. Não era uma oferta, mas um brinde para quem se esforçava por estar presente. Já não há pessoas assim, sem pressa de estar e de falar, e muito menos espectadores do fim e do significado da mensagem. O tempo não corre a favor destes, bem pelo contrário. O tempo não pára, antes é devorado pelos seus utilizadores contra a corrente dos dias. Quando vejo e ouço o discurso deslegitimado daquele homem, criatura que nunca conheci pessoalmente – e desconfio que exista verdadeiramente -, tento sublinhar em mim, sempre que possível, que o argumento é a construção humana mais apurada de que a razão se pode servir para combater o tijolo das opiniões desguarnecidas e preconceituosas, alimentando o mundo em que estamos mergulhados. Instrução deficiente, educação frágil, crescentemente. E os tempos mudam, paradoxalmente sobre as estacas da denegação de outrora. O tijolo avança e avança, quase freneticamente. Até ao ponto em que mais difícil e caro de educar, é, cada vez mais, ensinar. Ou, no melhor sentido de vida daquele homem, comunicar em deliberação.
quarta-feira, 6 de dezembro de 2006
N LEITURAS V
- "A Responsabilidade Social da Empresa Frente ao Capitalismo Liberal", Blogue Democracia Liberal, 15 de Setembro;
- "Yo estaba en Babi Yar", de Marek Halter, El Pais, 24 de Outubro;
- "What We Learn When We Learn Economics - Is a little economics a dangerous thing?", Christopher Hayes, In These Times, 27 Novembro;
- "Talking democracy: China’s lesson in Denmark", Grahame Thompson, Open Democracy, 30 Novembro;
- "The Puzzle of Parisian Partisanship", Jurgen Reinhoudt, American.Com (Magazine of Ideas On-Line), 30 de Novembro;
- "Orhan Pamuk and Turkey’s future", Daria Vaisman, Open Democracy, 1 Dezembro;
- "The Dream Palace of Educational Theorists", John Derbyshire, New English Review, ed. Dezembro;
- "Movies or What? December 2006", Mark Butterworth (crítica de cinema), idem.
- "Yo estaba en Babi Yar", de Marek Halter, El Pais, 24 de Outubro;
- "What We Learn When We Learn Economics - Is a little economics a dangerous thing?", Christopher Hayes, In These Times, 27 Novembro;
- "Talking democracy: China’s lesson in Denmark", Grahame Thompson, Open Democracy, 30 Novembro;
- "The Puzzle of Parisian Partisanship", Jurgen Reinhoudt, American.Com (Magazine of Ideas On-Line), 30 de Novembro;
- "Orhan Pamuk and Turkey’s future", Daria Vaisman, Open Democracy, 1 Dezembro;
- "The Dream Palace of Educational Theorists", John Derbyshire, New English Review, ed. Dezembro;
- "Movies or What? December 2006", Mark Butterworth (crítica de cinema), idem.
terça-feira, 5 de dezembro de 2006
Dor de cotovelo
Desde há uns dias que uma coisa a me arrelia profundamente: um embirrante vento de oeste que teima em estragar os bons swel´s que beijam a costa portuguesa.
Bem entretido entre ondas de prazer e afazeres pantagruélicos e báquicos só hoje verdadeiramente me deliciei com a nova face maquiavélica dos encarnados. E devo dizer, em abono da boa verdade, que a arbitragem de sexta à noite lá para os lados do Lumiar foi uma lastima. O arbitro, para alem de não ter mostrado o cartão amarelo a um fadestista jogador do Sporting que ensaiou quase na perfeição um mergulho na área quando sentiu o bafo de Simão, deixou por marcar uma clara grande penalidade na ultima jogada da primeira parte quando um defesa lagarto cortou ostensivamente a bola na área com o cotovelo.
Ah! é verdade; por estes dias passa-se outra coisa intensamente relevante em Portugal: A Madalena Antas, que vai estar à partida do Lisboa Dakar 2007, nas paginas da GQ. Vão lá ver e digam-me se tenho ou não razão.
PSL
Bem entretido entre ondas de prazer e afazeres pantagruélicos e báquicos só hoje verdadeiramente me deliciei com a nova face maquiavélica dos encarnados. E devo dizer, em abono da boa verdade, que a arbitragem de sexta à noite lá para os lados do Lumiar foi uma lastima. O arbitro, para alem de não ter mostrado o cartão amarelo a um fadestista jogador do Sporting que ensaiou quase na perfeição um mergulho na área quando sentiu o bafo de Simão, deixou por marcar uma clara grande penalidade na ultima jogada da primeira parte quando um defesa lagarto cortou ostensivamente a bola na área com o cotovelo.
Ah! é verdade; por estes dias passa-se outra coisa intensamente relevante em Portugal: A Madalena Antas, que vai estar à partida do Lisboa Dakar 2007, nas paginas da GQ. Vão lá ver e digam-me se tenho ou não razão.
PSL
segunda-feira, 4 de dezembro de 2006
A Curva
Trata-se do filme português mais visto de sempre, com uma audiência calculada em cerca de um milhão de espectadores, e legendado em inúmeras línguas. "A Curva" é uma curta-metragem que conta a história de 3 amigos, numa viagem nocturna por uma estrada na serra de Sintra, onde dão boleia a uma estranha que encontram à beira estrada...
Pode ser visto aqui, no Arcádia:
Pode ser visto aqui, no Arcádia:
ASAE

A ASAE transformou-se numa entidade que persegue vendedores de tremoços nas feiras. Seguir-se-ão os vendedores ambulantes de castanhas assadas no Outono e de raminhos de trigo e papoilas em Maio?
CRONOS I
"Being Boring" - Pet Shop Boys
E não se lhe arranja um assessor de comunicação?
Para um gajo como eu, simpatizante com o simbolismo inerente às monarquias (desde que em República. Eu sei, parece paradoxal, mas um dia explico), têm um pouquinho de aflitivo as intervenções de Duarte de Bragança, quando vão além daquilo que - se o homem fosse rei - é seu limite.
No jantar dos Conjurados, que assinala a noite de 30 de Novembro para 1 de Dezembro de 1640, Duarte de Bragança disse que a democracia portuguesa “já não é uma democracia, é uma fraude”. E explica: a actual lei de referendo permite que “os portugueses falem de vários assuntos, excepto da natureza do próprio regime”. Em causa está o artigo 288.º, alínea b) da Constituição que condiciona a revisão constitucional a “respeitar a forma republicana de governo”. O referendo sobre o aborto contará com o seu voto pelo ‘não’, justificado por uma pergunta que “é um insulto à democracia portuguesa e é desonesta”. E defende não ser aceitável “a legalização da morte como solução de um problema económico e social”.
Vamos lá por partes:
- Se a democracia portuguesa já não o é, sendo portanto um fraude, quando é que o deixou de ser?
- É ou não verdade que a proibição de referendo do regime republicano sempre constou da constituição de 1976?
- A forma republicana de governo está presente em todas as Constituições da República (art.º 1.º da de 1911 e art.º 5.º da de 1933), mas também não está a forma monárquica nas Constituições da Monarquia (art.º 29.º da Constituição de 1822, art.º 4.º da Carta de 1826, e 4.º da Constituição de 1838)?
- É ou não verdade que as constituições monárquicas não admitiam também não só o seu referendo, como a própria natureza hereditária do trono?
Assim, Duarte de Bragança deve ser questionado se, na sua opinião, todos os reis de Portugal desde 1822 foram-no fraudulentamente...
Quanto à questão do referendo sobre a despenalização do aborto:
- Se Duarte de Bragança diz que a pergunta do referendo é um insulto à democracia, e se esta é uma fraude, a pergunta não é ontologicamente boa?
- Se é a pergunta que é desonesta, por que razão não apresentou alternativas honestas?
- Se acha que não há alternativas honestas, não será desonesto não o dizer?
- Se pensa que não devia ser possível referendar a despenalização do aborto, por que razão não interveio nestes últimos anos, exigindo para o aborto o mesmo tratamento constitucional que é dado à monarquia?
- Se Duarte de Bragança pensa que não deve ser legalizada a morte como solução económica e social, em que situações defende a sua legalização? E se porventura defender a penalização do aborto em qualquer circunstância, porque não o diz?
Duarte de Bragança perdeu uma boa oportunidade de reservar para si uma opinião sobre uma causa fracturante da sociedade portuguesa, demonstrando de uma forma dolorosa que as dúvidas que muitos monárquicos têm sobre um seu eventual desempenho como rei, possuem um fundamento sólido...
domingo, 3 de dezembro de 2006
Laird Hamilton...
...provavelmente, o melhor surfista de vagas do mundo.
Recentemente, saiu o seu novo filme "All Aboard The Crazy Train":
Recentemente, saiu o seu novo filme "All Aboard The Crazy Train":
sábado, 2 de dezembro de 2006
sexta-feira, 1 de dezembro de 2006
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