Fim de estação...
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quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Estação Primavera/Verão 2010 (XI)
domingo, 12 de setembro de 2010
Estação Primavera/Verão 2010 (X)
Richie Campbell. Quem? Diz-se que fez sucesso no Sudoeste este ano.
Richie Campbell. Quem? Reggae, Dancehall e outras coisas que tal, cantadas em português da Jamaica. Isso. Verdinho, verdinho, fresquinho, fresquinho…, para o que resta desta estação.
Richie Campbell. Quem? Reggae, Dancehall e outras coisas que tal, cantadas em português da Jamaica. Isso. Verdinho, verdinho, fresquinho, fresquinho…, para o que resta desta estação.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Estação Primavera/Verão 2010 (IX)
Banda sonora deste, e dos dias que hão de vir...
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Estação Primavera/Verão 2010 (VIII)
Assim de repente, os críticos deixaram de gostar de Arcade Fire. E como esses rapazes insistem em baralhar o plano subjectivo com o plano objectivo acham que ao terceiro disco, a banda canadiana perdeu “frescura”, “juventude”, “agressividade”, “novidade”, e outros tantos lugares comuns a finalizar em “dade”.
Bullshit…, com “The Suburbs” os Arcade Fire não melhoraram nem pioraram rigorosamente nada; muito pelo contrário estão sublimes como sempre. Nunca será por ter a barriga cheia de caviar que vou deixar de gostar de caviar.
Ora oiçam lá.
Bullshit…, com “The Suburbs” os Arcade Fire não melhoraram nem pioraram rigorosamente nada; muito pelo contrário estão sublimes como sempre. Nunca será por ter a barriga cheia de caviar que vou deixar de gostar de caviar.
Ora oiçam lá.
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Estação Primavera/Verão 2010 (VII)
Muito fica por contar; mais ainda por escrever.
Afinal é a gosto!
Afinal é a gosto!
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Estação Primavera/Verão 2010 (VI)
Fresquinho, fresquinho!
Pimba, pimba!!
Pimba, pimba!!
domingo, 25 de julho de 2010
Estação Primavera/Verão 2010 (V)
Parece estar encontrada a “próxima coisa grande” do ano da graça de 2010.
Esta rapaziada de Brooklyn (sim, “again”!) enquanto revisita o que de melhor se fez há vinte e tal, trinta anos, assume uma atitude descontraída com uma pinta do caraças.
Num ano que, musicalmente, prometia muito, os The Drums assumem claramente a dianteira.
Estiveram cá no OptimusAlive e prometem estar para este ano como estiveram os MGMT, os Vampire Weekend e os The XX para os últimos dois.
Ora tomem lá.
Esta rapaziada de Brooklyn (sim, “again”!) enquanto revisita o que de melhor se fez há vinte e tal, trinta anos, assume uma atitude descontraída com uma pinta do caraças.
Num ano que, musicalmente, prometia muito, os The Drums assumem claramente a dianteira.
Estiveram cá no OptimusAlive e prometem estar para este ano como estiveram os MGMT, os Vampire Weekend e os The XX para os últimos dois.
Ora tomem lá.
terça-feira, 20 de julho de 2010
Estação Primavera/Verão 2010 (IV)
Esta estação, afinal, tem sido pouco progrida.
Há que dar novos andamentos e novas rotações ao vinil. Por isso, aproveitando este súbito arrefecimento, nada melhor do que recomeçar no “iPod de inverno”.
Adoro a música destas meninas. E as meninas também. Muito menos que perfeitas, a música e as meninas, mas, todas, adoráveis.
Escuta!
Há que dar novos andamentos e novas rotações ao vinil. Por isso, aproveitando este súbito arrefecimento, nada melhor do que recomeçar no “iPod de inverno”.
Adoro a música destas meninas. E as meninas também. Muito menos que perfeitas, a música e as meninas, mas, todas, adoráveis.
Escuta!
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Estação Primavera/Verão 2010 (III)
Com quatro palavras apenas: de ir às lágrimas!
sábado, 1 de maio de 2010
Estação Primavera/Verão 2010 (II)
Diz-se que não se fala noutra coisa. Compreendo, após ter visto o clip censurado pelo You Tube.
Romain Gavras, o realizador deste objecto pós-pós-moderno bem identificado, é um velho conhecido desta casa (link). No entanto, onde lá havia génio, aqui só há desespero. Onde lá havia um manifesto visual abraçado a um som, aqui há apenas desconstrução, fragmentação e desmembramento (de corpos e) de uma suposta musica. Musica essa que não sobrevive sequer desacompanhada da lente do francês.
De forma simples: born free de M.I.A. enquanto clip não é nada enquanto musica não existe sequer.
Ora vejam lá.
Romain Gavras, o realizador deste objecto pós-pós-moderno bem identificado, é um velho conhecido desta casa (link). No entanto, onde lá havia génio, aqui só há desespero. Onde lá havia um manifesto visual abraçado a um som, aqui há apenas desconstrução, fragmentação e desmembramento (de corpos e) de uma suposta musica. Musica essa que não sobrevive sequer desacompanhada da lente do francês.
De forma simples: born free de M.I.A. enquanto clip não é nada enquanto musica não existe sequer.
Ora vejam lá.
M.I.A, Born Free from ROMAIN-GAVRAS on Vimeo.
sábado, 3 de abril de 2010
Estação Primavera/Verão 2010 (I)
Policias e ladrões!?
terça-feira, 30 de março de 2010
Estação Primavera/Verão 2010 (0)
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades
(...)
Continuamente vemos novidades,
Diferentes em tudo da esperança;
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.
O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
E em mim converte em choro o doce canto.
(...)
(...)
Continuamente vemos novidades,
Diferentes em tudo da esperança;
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.
O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
E em mim converte em choro o doce canto.
(...)
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